9 Dicas de Planejamento de Carreira


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Deseja fazer o seu planejamento de carreira e não sabe por onde começar? Acompanhe as dicas e, se quiser aprofundar mais, entre em contato conosco:
1. Descreva as atividades que mais lhe dão prazer no seu trabalho.
2. Descreva as atividades que você menos gosta de fazer.
3. Se questione: desejo realmente continuar nesse caminho profissional?
4. Escreva o seu objetivo de carreira, detalhando-o o máximo possível.
Ex.: Atuar como coaching de carreira, transformando a vida das pessoas e me tornando referência nesse segmento até 2018.
5. Escreva 3 metas que você precisará para atingir esse objetivo que você colocou.
6. Ao lado de cada meta, coloque de forma objetiva o que você fará para alcança-la e quando alcançará.
7. Olhe para as suas metas todos os dias e vá guiando a sua vida de forma que você possa cumpri-las.
8. Comemore cada meta alcançada e refaça seu planejamento sempre que for necessário.
9. LEMBRE-SE: Todo planejamento é dinâmico, poderá ocorrer tudo ou nada do que você planejou, mas o importante é que você seja o autor e o ator protagonista da sua carreira!

 

Joseli Mendonça – Coach de Carreira e Consultora da Prática Consultoria
Diretora/Consultora
Prática Consultoria & Treinamentos
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A Carreira é Sua!


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Tenho ouvido muitos discursos de diversos profissionais de R.H. sobre a questão de os colaboradores da empresa ainda considerarem como sendo objetivo da empresa a construção da sua carreira enquanto profissional. Assim, resolvi escrever esse artigo para diferenciar algumas questões e deixar mais claro, para a empresa e o colaborador, as suas responsabilidades.

Na geração de nossos pais, as empresas ofereciam um plano de carreira, com o objetivo de fazer com que aquele colaborador entrasse e se aposentasse naquela organização. Assim, eles ofereciam também o processo de qualificação, para que eles pudessem ter uma evolução em sua carreira. Assim, nós conseguíamos ver no mercado pessoas que entraram na empresa aos 18 anos e que saíram por volta dos 55 anos, aposentados e com significativa evolução. Começaram como estagiários e terminaram como diretores, por exemplo.

Contudo, na contemporaneidade, o perfil de gerações modificou e as empresas também mudaram, assim como o conceito de carreira e empregabilidade. Antigamente, a carreira era entendida como esse conjunto de funções dentro de uma dada empresa. Hoje, a carreira é vista como esse conjunto de funções que o profissional desempenha, esteja ele dentro de uma dada organização ou mesmo não estando nela. Chegamos então ao conceito de empregabilidade, que seria o conjunto de competências que fazem com que dado profissional se torne empregável independentemente de estar numa empresa ou não.

Dessa forma, a carreira passou a ser responsabilidade da própria pessoa e não de uma dada empresa. É um ponto importante de reflexão, porque a carreira é sua, a escolha profissional é sua, então por que quem faz a gestão é uma empresa? E os seus objetivos profissionais, sonhos profissionais, onde ficam? A depender de uma dada organização?

O que as pessoas confundem é a empresa oferecer voluntariamente um plano de carreira, para a manutenção de seus talentos, juntamente com os incentivos educacionais, com a obrigação de ela qualificar. Ela pode ou não qualificar, não é sua obrigação! Se ela qualificar, tiver um plano de carreira bem desenvolvido, relacionado com outros processos de gestão de pessoas, significa que é um bom lugar para construir sua carreira, mas não significa que a qualificação tenha que ser dada na íntegra por ela. Ou seja: você precisa conhecer as oportunidades que existem e ir se qualificando, que significa não apenas fazer cursos, mas fazer trabalhos pessoais para desenvolver seus conhecimentos, habilidades e atitudes (como, por exemplo, participando de experiências voluntárias, fazendo viagens, lendo bons livros, indo a cafés e conhecendo novas pessoas, indo a eventos, ou nos cursos, tendo uma postura profissional que te faça construir boas redes de relacionamento). Você, profissional, precisa ter uma reserva financeira para isso também, dentro das suas condições.

É importante que você perceba que as oportunidades existem, mas você precisa fazer uma análise antes, verificar o que você já tem e o que precisa ter para chegar naquela oportunidade e, assim, ir desenvolvimento o seu planejamento de carreira, até conseguir. Hoje, a postura profissional de esperar da empresa não é bem vista, principalmente, num momento considerado como de crise para muitas organizações. Existem diversos perfis de empresas. Algumas estão aproveitando esse momento para melhorar o seu atendimento, investir em qualificação, trabalhar crenças limitantes de seus colaboradores e desenvolvê-los, como forma de fazê-los autores e atores de sua própria vida, pois assim ganha o colaborador e ganha a empresa, sem sombra de dúvidas. Mas isso não está presente em todas as realidades.

Então, o que você está fazendo na construção da sua carreira? Tem dúvidas na construção da sua carreira? Deixa o seu comentário e iremos te auxiliar nesse processo! Grande abraço!

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Líderes: Olhem Para Vocês!


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Sim, isso mesmo! Estou começando esse artigo com um chamado. Você que é líder, ou seja, uma pessoa ou profissional capaz de influenciar ativamente outras pessoas a fazerem coisas, a terem comportamentos, já pensou em como pode estar sendo realizada essa influência? Esse seu poder de liderança?

Todos os líderes, assim como os seres humanos, em geral, têm desejos, crenças, dificuldades, anseios pessoais e profissionais. Por isso, a todo tempo, é importante que reflitamos sobre a influência que essas nossas questões têm quando nos relacionamos com os outros. Você pode me perguntar, como assim, Josi? (É assim que a maioria das pessoas me chama).

Estou pedindo que você líder, saia um pouco do seu pensamento lógico, imprescindível para a gestão, e tome outro posicionamento, relacionado à reflexão de sua práxis (prática). Isso tem a ver com ética, com saber lidar com o humano e com o seu autoconhecimento para não terminar prejudicando tudo o que você deseja para a sua vida e para a sua empresa.

Olhar para dentro de si é perceber o que me incomoda como líder, por que me incomoda, o que me lembro quando me incomoda. Por que é tão difícil dar autonomia aos meus funcionários? Será que tem a ver somente por eu acreditar que eles não são tão capazes quanto eu gostaria, ou teria a ver comigo, enquanto líder de tendência totalmente centralizadora que, por questões minhas, não consigo dar autonomia para eles e nem para ninguém? Será que também não sou assim em casa, com a minha família?

Por que será que é tão difícil ouvir as pessoas que trabalham comigo? Por que, muitas vezes, só a minha opinião é importante? Por que uma pessoa mais jovem ou mais experiente não pode opinar, apenas eu, enquanto líder, posso? Por que não saio da posição de tudo saber e me permito a aprender com o outro?

Por que não consigo respeitar os limites do outro e saber onde estão os meus limites e, a partir disso, colocá-lo dentro da empresa em atividades e funções que tenham mais relação com as competências e com o modo de ser desse outro? Mesmo que não dê para fazer isso, porque não tento no dia-a-dia, tornar esse cotidiano do outro o mais prazeroso possível, para que ele se sinta bem em passar a maior parte do tempo dele com você e a sua equipe na empresa, do que com a família?

Gostaria que você lesse e relesse esse artigo, cheio de questionamentos, reflexões. Se você, ao final do dia de trabalho, ao chegar em casa, analisar tudo o que houve no seu dia e fizer ao menos uma dessas reflexões e se permitir tentar enxergar os porquês, tenho certeza de que muita coisa na sua forma de ser vai modificar. Tenho certeza de que modificará para melhor e de que a sua equipe sentirá e perceberá isso.

E isso não custa nada financeiro, custa emocionalmente para você se permitir conhecer e se deixar tocar em pontos que, geralmente, são esquecidos dentro das organizações, porque isso significa tempo e isso não dá para ser mensurado. Isso precisa ser experienciado e narrado. E dessa narração (narrar uma ação), você deverá construir uma narrativa (ação narrada e realizada). Posso contar com você nesse exercício? Faça esse exercício e depois me conte, como foi essa experiência, nos comentários aqui abaixo. Eu vou ter a maior alegria em poder fazer trocas e comemorar com você!

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“Você Quer Brincar Na Neve?”


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Calma, calma! Não é sobre Anna e Elsa que vou falar! Amo o filme, é verdade, eu me casei com inspiração no filme Frozen, mas não é sobre ele que vou falar. É sobre o que você quer para a sua vida e o quanto esse “querer”, aliado a ações, poderá fazer você conseguir. Também não é auto-ajuda, tá? Até porque, para ser, era você quem deveria estar escrevendo, concorda?

Vamos lá! Você sabia que 72% das pessoas estão totalmente insatisfeitas com o seu trabalho? (ISMA BRASIL, 2015).  Sabia também que mais da metade dos alunos do Ensino Médio não sabem que carreira seguir? (EXAME, 2016). E sabia que metade dos jovens escolhe a carreira sem conhecer a profissão? (VEJA, 2013). E agora baseado em minhas observações e escutas, você sabia que, muito possivelmente, mais da metade da população brasileira, não acredita no poder que tem? O que uma coisa tem a ver com a outra? Vamos construir juntos!

Tudo na nossa vida são escolhas. Você já deve ter ouvido falar que até a não escolha é uma escolha, concorda? Contudo, nossas escolhas vão sendo construídas ao longo do tempo, a partir dos nossos relacionamentos com os nossos pais, com a nossa família, com os grupos de amigos, na escola, no trabalho. Cada um, sob seu aspecto singular, constrói uma forma de enxergar o mundo, ao seu modo.

É essa forma de ver o mundo, que vai sendo construída ao longo das relações sociais das quais você participa, que vai criando crenças e valores em você. Essas crenças podem ser fortalecedoras, ou seja, aquelas que te impulsionam a agir, a enfrentar o mundo, a enxergar de outras formas tudo o que é colocado na sua vida e que te ajudam a experienciar verdadeiramente as diversas situações da vida e não apenas passar por elas ou vivê-las.

Outras são as crenças limitantes, aquelas que, com base nos medos que são colocados em você ou vão sendo desenvolvidos por você ao longo do tempo, impede que o seu olhar vá além. Você prefere ficar na zona de conforto com medo que algo dê errado. Já se sentiu assim? Mas já parou para pensar que não há como ter certeza de nada na vida? Ou seja, tudo pode dar certo e tudo pode dar errado.

O que diferencia então na escolha? Eu acredito que seja o quanto você está disposto a assumir de ônus pela sua decisão de enfrentar o mundo e fazer acontecer o que você quer e se você acredita que merece o bônus que essa sua decisão lhe trará. Isso mesmo: se você acredita que merece o bônus. Tem pessoas que não acreditam que são merecedoras do bem, da riqueza, do sucesso, da felicidade, por diversas razões. Alguma coisa no meio do percurso da sua vida a fez pensar assim.

Quando falo de sucesso e riqueza é o sucesso e a riqueza que você quer para a sua vida e não a que a sociedade acredita e determina que seja. O que quero dizer com isso? Alguém pode querer que você seja milionário, more nos melhores bairros e casas, estejas nos melhores lugares. Mas a vida é sua, você pode ter todo o dinheiro do mundo para isso, mas não é o que VOCÊ quer. Isso significa dizer que você não tem sucesso e nem riqueza? Claro que não! É você quem diz o que é ser rico e ter sucesso na sua vida pessoal e profissional.

Assim, para um adolescente decidir tão cedo, aos 16 e 17 anos uma carreira, é importante que ele seja orientado e reflita que a carreira é construída e reconstruída ao longo da vida, ou seja, não é porque ele escolheu que vai fazer medicina que tem que ser médico a vida toda. A sociedade cobra isso, como se fosse uma decisão estática, como se mudar no meio do caminho fosse falta de ajuste. Isso, de coração, não me afeta positivamente, porque falta de ajuste, se você olhar mais profundamente, é achar que somos todos ajustados, como “marionetes” manipuladas na sociedade.

Você pode decidir e mudar sua decisão sim, depois, o importante é ir aos poucos definindo e pensando, e conhecendo o que você quer na sua vida, para não fazer parte desse percentual do início do texto de pessoas insatisfeitas no trabalho. E sabia que, mesmo assim, isso não te garante não ficar insatisfeito em algum momento da sua vida? Somos seres da incompletude, como dizia o querido Freud.

Muito provavelmente, os insatisfeitos no trabalho estão também insatisfeitos na vida como um todo, sabe por quê? Porque são seres humanos e por mais que tentem, são únicos, um âmbito influencia o outro. O primeiro passo para acreditar em você é, olhar cada conquista sua, cada coisa que você deixou para trás e que resolveu fazer, por suas decisões, pelo que você acredita, pelo que você quer. E olhar para frente, considerando cada etapa, para não se angustiar com o todo e ir seguindo e comemorando cada conquista sua.

O que você quer, não tem a ver com o que o outro quer, embora sofra influências. Tem a ver com o que lhe faz feliz e com o que não lhe deixa em dissonância. Como assim? Posso ser feliz porque escolhi medicina e meu pai se sentiu feliz e posso gostar da escolha e estar feliz nesse momento. Mas posso ser feliz porque escolhi o contrário do que meus pais queriam que eu escolhesse, e mesmo com a desaprovação deles, eu estou feliz e sinto que me realizo no que faço, no que escolhi. Mas posso ter feito uma escolha que me deixa numa angústia eterna, porque tenho a crença de que é o certo a seguir, por inúmeras razões, mas ao mesmo tempo, na minha cabeça, não me faz feliz porque acredito que talvez tivesse sido mais feliz se tivesse feito outra escolha. Angustiante, não é? Você já passou por isso? A depender desse grau de dissonância, pode ser trabalhado com um coach ou com um psicólogo. É, inclusive, importante que seja.

Mas para sair dessa angústia,  concorda que tem um querer muito forte e um passo a ser dado? Isso é um início de quebra dessas crenças que te limitam. Primeiro, queira, acredite que você pode. Depois pense se você está disposto a assumir os ônus e bônus do que decidiu. Depois, faça por onde acontecer. Se errar, desfaça e refaça, teça e “re-teça” quantas vezes for necessário, mas tome as rédeas da sua vida e experiencie. E, se quiser brincar na neve, mesmo que seja no Brasil, brinque! A neve é o que você acredita e o brincar é ação que você se permite fazer na neve (no que acredita). Então… você quer brincar na neve…? Deixe seu comentário aqui embaixo, compartilhe experiências, vamos construir juntos!

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3 Dicas para Investir em Pessoas Gastando o Mínimo e Ganhando o Máximo


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Em momentos de crise, o que mais se escuta dentro das empresas são as decisões por demissão (muitas vezes, em massa). Nesse momento, muitos talentos são perdidos, o clima se desestabiliza, cai-se a produtividade, em prol de se manter a empresa em seu ponto de equilíbrio.

Infelizmente, quando esse cenário acontece dessa forma explicitada, o que está nas entrelinhas foi uma gestão com visão de curto prazo, tanto no momento dessa decisão, como das decisões anteriores que levaram a essa decisão. Concordam? Isso porque, se hoje preciso demitir, significa que em algum momento, contratei demais, não projetei minhas vendas considerando as oscilações de mercado, tomei decisões erradas em relação a produtos, serviços e investimentos.

Esse foi apenas um preâmbulo para falar em como nesse momento, você empresário, deve investir corretamente no capital humano que possui, de modo que eles possam se transformar em verdadeiros talentos. Isso irá auxiliá-lo a sair da crise (se este for o seu caso) ou a se manter em crescimento, aproveitando as oportunidades que aparecem no seu segmento.

Quando se fala em pessoas, muitos empresários se retorcem, como se fosse a parte mais complexa do seu negócio. Até pode ser, se essas pessoas não estiverem alinhadas aos objetivos organizacionais e falando a mesma língua do empresário. Ou porque relações humanas realmente é complexo, afinal, somos humanos, erramos e acertamos o tempo todo, cobramo-nos perfeição, onde não há.

Mas, é possível melhorar este cenário? Sim, claro que é possível! Mas só depende de como você empresário vai fazer para legitimar essa pessoa como parte integrante, legítima, participante e colaboradora dessa organização.

Então, reflita comigo: o que você tem feito para desenvolver a autonomia das pessoas que trabalham com você? Você realmente confia no trabalho delas? Como demonstra isso a elas? O feedback e o apoio em todas as atividades e processos, é uma prática contínua e genuína? As pessoas sabem o que você espera delas? Você as comunica sobre isso?

Nos meus quase 10 anos de experiência organizacional em várias empresas e funções, principalmente na parte de gestão de pessoas e docência, percebo que, a depender da realidade organizacional, há um medo no compartilhamento de informações. E digo mais: informações, muitas vezes, imprescindíveis para as próprias atividades das pessoas, por diversas razões. Muitas vezes, há o medo de compartilhar a informação e deixar a pessoa munida de argumentos, contra os seus argumentos enquanto empresário (como se isso não significasse enriquecimento, discussão para melhoria), há o medo das hierarquias superiores em deixá-las de igual para igual e, assim, haver o risco da perda do cargo de confiança, ou não há o interesse mesmo de que alguém saiba igual ou mais do que você, talvez até por questões de ego (fragilidade de ego, inclusive).

Isso é muito complexo no dia-a-dia e dicotômico também, porque as pessoas são cobradas para que executem da melhor forma e no menor tempo possível, mas ao mesmo tempo não recebem o apoio necessário, próprio de seu perfil profissional para conseguir fazer isso e muito mais. Não estou colocando o colaborador de forma passiva, estou dizendo que ambos (colaborador e empresa) precisam fazer a sua parte. O excesso de hierarquia, muitas vezes, atrapalha também todo o processo e parece mais uma disputa de ego a um pensamento verdadeiramente organizacional, holístico, do todo sendo totalmente modificado pelas partes.

Assim, como investir em gestão de pessoas gastando o mínimo e ganhando o máximo? Somente para ser mais didático para você, vou resumir em tópicos, mas não entenda como uma “receita de bolo”, porque tudo o que fazemos nas organizações, deve obedecer à sua realidade, à sua maturidade, ao seu momento e ao de seus colaboradores:

♠ Aproxime-se da sua equipe de profissionais, ou seja, compreenda, escute e o ajude no momento que precisar.

♠ Treine seus gerentes, encarregados, líderes e façam deles multiplicadores desses treinamentos, praticando seus ensinamentos, em influência de pessoas, gastando apenas 1,5h do seu tempo, ouvindo deles e construindo com eles melhores formas de melhorar processos, gerir pessoas, isso desenvolve comprometimento na equipe.

♠ Dê feedback, esteja perto da equipe. Não espere o momento de avaliar desempenho para isso. Chegue junto ao colaborador e diga no que ele precisa melhorar. E o elogie se realmente achar que merece. O feedback é uma das principais ferramentas não apenas para o desenvolvimento de pessoas, como organizacional.

Você poderá criar ambientes de aprendizado e colaborativo sem ter que pagar nada por isso. E, com o seu exemplo, aos poucos, você vai mudando a sua realidade para melhor, se este for o seu objetivo. Lembre-se: com o seu exemplo.

Como mensurar? Mensure nos serviços que sua empresa presta, ou seja, colha, tabule e analise pesquisas de satisfação dos clientes em relação ao que a sua empresa faz. Os seus colaboradores refletem a sua satisfação nos seus clientes. Pense nisso!

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POR QUE SE LIMITAR?


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Você já esteve junto de pessoas que tem todo o potencial, que estudam, que se dedicam, que estão sempre junto das demais pessoas, prontas para ajudar e na hora de usarem o seu potencial para elas mesmas, parece que algo acontece e sempre dá errado? Uma vez ouvi uma pessoa dizer a outra que ela havia nascido para escrever as histórias dos outros e que, na sua própria história, ela era sempre coadjuvante.

Para a Psicanálise, o nome disso é a auto-sabotagem. Em 1916, Freud escreveu o artigo “Os que fracassam ao triunfar”. Basicamente trata-se da análise comportamental de todo e qualquer sujeito que, por diversas questões complexas, sofre diante da existência da satisfação de um desejo, por mais simples que seja. Realizações trazem apenas angústia e ansiedade, logo, o receio à felicidade gera conflitos internos (CRUZ, 2013).

Para nós, do coaching, da Psicologia Positiva, essa auto-sabotagem é promovida pelas chamadas crenças limitantes ou são as próprias crenças limitantes. O que seriam essas crenças? São pensamentos e sentimentos negativos que impedem nosso crescimento em alguma área (o que eu preciso mudar, desapegar). Crenças parecem verdade (PSICOLOGA VERA, 2014). Em outras palavras, as crenças limitantes são tudo o que nos faz estagnar, parar, que é criado por nós ou por outrem, pois é um processo de construção inconsciente.

Por exemplo, quantas vezes, enquanto você estudava para concursos, você ouviu alguém falar: “Poxa, você é muito esforçado e precisa ser, afinal, esse concurso hoje é quase impossível passar”. “Não sei como você consegue estudar tanto, perde tantas coisas…” Ou então, quando você era criança, se você não era das mais estudiosas, você pode ter ouvido “Você é burro, como tira uma nota dessas?”. Ou então, se você era um pouco mais ansioso que os seus colegas, algum professor, amigo ou até pais podem ter dito: “Você não vai conseguir nada na vida sendo ansioso assim, impaciente” e, para tudo o que você fazia, sempre ouvia que algo estava ruim, nunca as coisas que você fazia estavam boas.

Infelizmente, terminamos introjetando esses pensamentos de outras pessoas e terminamos aceitando, inconscientemente como verdade. Por isso, muitas vezes, temos medos que não sabemos de onde veem. Eles são construídos a partir de nossas experiências e vivências. Contudo, isso não significa que você será determinado por isso. Isso pode marcar a sua vida e as suas ações, mas você pode construir um novo final para tudo isso.

Contudo, por que eu como coach de concursos estou falando isso para você? Simples: se você é aquele concurseiro que está há anos estudando e ainda não conseguiu o resultado que você queria, mesmo seguindo todas as dicas, mesmo estudando planejadamente e acredita que o seu emocional lhe derruba na hora da prova, o que pode estar acontecendo é que você mesmo pode estar se auto-sabotando. Podem existir crenças limitantes que, talvez você não as conheça, que fazem com que você erre em determinadas questões na hora da prova, ou que faz com que você perca uma prova por um atraso no trânsito, por problema de saúde, enfim, vários outros acontecimentos que te impedem de chegar onde você deseja.

Uma coisa é certa: se você não se vitimizar, se você não adotar a “síndrome do coitadinho”, se você se possibilitar um momento de reflexão sobre si mesmo e assumir, reconhecer-se, já é um primeiro passo para eliminar essas crenças que te impedem de ter o sucesso que você almeja. As pessoas procuram os coaches por isso também. Um coach de concurso, na minha concepção, não deve trabalhar apenas metodologias de estudo, mas, principalmente, desenvolver um trabalho para eliminar essas crenças.

No coach em grupo, isso também pode ser feito, sem exposição dos coachees e o legal é que há o compartilhamento de experiências, onde você aprende com o outro. Nada melhor do que ver que você não é o único a passar por determinadas situações e que conseguimos o sucesso que almejamos quando assumimos uma postura ativa e protagonista da nossa vida! Assim, “o primeiro passo para chegar em algum lugar é decidir que você não quer ficar mais onde está” (autor desconhecido).

Grande abraço!

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Coaching e Concurso – Uma Relação de Amor


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Falou em estabilidade, muitas pessoas pensam em concurso! Bem, estabilidade é você quem constrói, independentemente de estar num concurso federal, estadual ou municipal. É verdade que se formos falar em ser estáveis no sentido de só poder ser demitido em caso de uma improbidade administrativa grave, que você, enquanto profissional, nunca cometeria, realmente, o concurso traz sim essa estabilidade. Então vamos conversar sobre ele.

Para começarmos, enquanto coach para concursos eu te pergunto: por que você quer fazer concurso? Se a sua resposta for apenas, “para ter estabilidade” é bom repensá-la, pois quem é concurseiro sabe que até entrar no concurso dos sonhos, vai passar por diversos momentos de instabilidade e, depois que entra, você vai querer sempre mais e mais. Mas deixando a estabilidade de lado, pergunto novamente: para que instituições você quer estudar? Fiscal, tribunal, administrativo, polícia militar, civil, federal, bancos, agencias reguladoras.

Você que é concurseiro sabe a importância de decidir isso, antes de qualquer coisa, para ter foco no momento dos estudos. Mas para você que está começando, já te deixo essa dica: para que você quer estudar? Por fim, a terceira pergunta: está preparado para perdas e ganhos da escolha que fez? Você pode levar dias, meses, anos ou décadas, embora nosso desejo seja o de que você leve o tempo mínimo para a realização do seu sonho.

Pronto! Acredito que esses são os três questionamentos para podermos começar a entender sobre o coaching (enquanto processo) para concursos. O coach (profissional) é o teu agente de mudanças. Ele vai ajudar a melhorar a sua performance nos concursos, a partir das escolhas certas, com crenças que te libertam e não te aprisionam. A ideia é trabalhar um tripé formado por conhecimento, metodologia e emoções. Na verdade, a ideia é que você seja trabalhado para efetivamente aprender a aprender. Concurso não é só conhecimento. Quer ver?

Quantas pessoas que estudam para concursos são capazes de te falar o artigo 5º inteiro da Constituição Federal e na própria prova de constitucional, de dez questões, só acertar no máximo 6? Não é só metodologia, ou seja, forma de estudar. Vamos lá: quantas pessoas você conhece que faz música, divide o tempo, usa programação neurolinguística e na hora da prova parece que nunca viu nada daquilo que está na frente ou tem a impressão de que sabe de tudo e no final, de 50 questões, acerta menos de 30%? Por fim, quantas pessoas têm o conhecimento e a metodologia e na hora da prova, dá um frio na barriga, uma cobrança interna tão gritante, que parece que todas as suas redes sociais estão lhe cobrando, toda a família, além dos seus próprios sonhos esperados e a pessoa não consegue fazer nem uma questão que já repetiu mil vezes no cursinho?

Pois é. Já passei por isso. Em 2011 e 2012, passei estudando somente para concursos. Pedi demissão do trabalho e fui estudar para concursos. Agora, estou colhendo os frutos. Hoje, sou coach para concursos e trabalho como Administradora em uma empresa pública. Como sou Administradora, decidi estudar para concursos que fossem apenas para Administradores e em áreas específicas de gestão.

O mundo dos concursos não é um segredo, é um equilíbrio. Esse equilíbrio tem que começar a partir do seu conhecimento em relação a você mesmo, aos seus sonhos, às suas motivações em relação aos concursos. Assim, o coaching e o concurso, para você consurseiro, ou iniciante, precisa ser uma relação de amor. Amor verdadeiro, de entrega construída na confiança, primeiramente em você, depois no seu coach e no processo de coaching.

E não confunda: uma coisa são os professores que te passarão dicas para estudar, os conteúdos, que te treinarão no conhecimento, mas sem te acompanhar individualmente em suas necessidades. Outra coisa é o seu coach. Aquele que vai te acompanhar, que vai fazer você perceber em você mesmo todas as respostas que precisa para melhorar sua performance nos concursos.

Trabalhar as chamadas crenças limitantes que lhes foram impostas ou desenvolvidas, trabalhar as pressões externas e, principalmente, as internas e os esquemas de comparação com os amigos que passaram, já são grandes e importantes passos para um futuro promissor nos cargos públicos. Trabalhar as frustrações também! Como aprendi com meus amigos da formação de coaching do Positive Vírus e Abracoaching, começando não dando poder às suas dúvidas, já é uma base para não duvidar do seu poder e conseguir trabalhar o seu cérebro e as suas emoções para vitória. Vamos juntos! Você consegue! Você pode!

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Eu Ator Protagonista do Meu Sonho!


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Você deve estar se perguntando: será que esse é um texto de auto-ajuda? Não! Embora eu não tenha nada contra a auto-ajuda, esse texto não é sobre isso. Ele é para falar sobre você e o potencial que você tem para conquistar tudo o que deseja na vida!

Às vezes, sonhamos e não passamos do status do sonhar, por diversas razões e desculpas encontradas. Não sei se você já percebeu, mas a maioria dessas desculpas sempre estão no outro. O outro sempre tem culpa, não é verdade? Então eu te pergunto: por que colocar coisas tão relevantes, às vezes cruciais da SUA vida na mão do outro?

Você é ator protagonista do seu sonho! Mas está na hora de realiza-lo! Você tem o potencial, que é a capacidade de realização, coisas que estão armazenadas dentro de você e que precisam ser desenvolvidas. Esse potencial está latente e precisa aparecer, na verdade, precisa se transformar em competência.

Às vezes, não conseguimos fazer isso sozinho e é importante realmente que você busque um apoio profissional, de alguém que possam ajuda-lo a sistematizar suas ideias, a definir seus sonhos, a priorizá-lo, para que a partir disso, você o transforme em um objetivo que é o que você vai seguir. Para concretizar esse objetivo, são traçadas metas. Estas precisam ser mensuráveis, tangíveis, alcançáveis e terem um prazo consistente com o que se deseja realizar.

Sabe quem é este profissional que pode te acompanhar, transformar a sua vida, tendo você como principal ator nesse processo? O coach! Ele é mais do que um treinador. Ele é um agente de mudanças que vai te auxiliar no processo de desenvolvimento de suas competências, do seu ser, da sua vida. Você hoje encontra-se em um estado que pode ser que não seja exatamente o que você quer, na vida, na carreira, no amor. O coach vai fazer com que você descubra, dentro de você mesmo, um estado desejado (se você não já souber). Se você já souber onde quer chegar, ele vai te ajudar no processo de chegada, afinal, o mais importante não é o resultado em si, mas oi processo e tudo o que você consolidou, aprendeu e trilhou nesse caminho, pois é isso que vai sustentar a sua mudança e trazer o resultado que você deseja ou até superá-lo.

Hoje, falei apenas um pouco do contexto em que o coach (oprofissional) está inserido em sua atuação profissional. Nos próximos dias, falarei sobre alguns tipos de coaches, como o de carreira, o vocacional e o para concursos, que são os nichos que eu trabalho. Estou muito feliz podendo ser agente mudanças na vida das pessoas. Não tem nada melhor para quem é educador e quem é coach ver o seu educando ou o seu coachee (você, o cliente) chegando no estado desejado, superando suas limitações, crenças que os impedem de crescer, progredir da forma que ele acredita que o fará feliz. Vamos conversando, dê-se uma chance de conhecer o poder do coach, hoje tão falado. Experiencie ter um coach na sua vida!

Se você desejar fazer a experiência e estiver com algumas indefinições na carreira, desejando recolocação profissional, desejando mudar de emprego, querendo decidir se estuda para concurso, se faz outra faculdade, se sai ou fica no trabalho atual ou se você está querendo saber para que você tem vocação e, assim, decidir sobre que profissão escolher, eu posso te ajudar. Estarei sempre disponível para te auxiliar a se tornar o seu próprio agente mudanças e a tomar conta da sua vida, que é unicamente SUA!

Vou então te dar um bônus! Se você quiser conhecer o poder do coaching (o processo), me adicionada no whatsapp agora (81) 9813-5871. Vamos marcar uma sessão, preferencialmente presencial. Mas se você não for daqui de Pernambuco, podemos fazer uma sessão online. A primeira sessão é gratuita! Mas só apenas para os três primeiros que me mandarem um whatsapp agendando sessão para a próxima semana!

Não espere! Dê uma chance para você mesmo, não espere a oportunidade aparecer, não perca esta oportunidade, CRIE-A!

Grande abraço e espero por você!

Joseli Mendonça – Coach de Carreira e Consultora da Prática Consultoria
Diretora/Consultora
Prática Consultoria & Treinamentos
(81) 9813-5871 / Whatsapp

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7 dicas para atender bem ao seu cliente – parte 1


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Neste post irei comentar 7 dicas simples para você atender bem o seu cliente. Estas dicas nasceram de uma observação pessoal e profissional de diversas empresas e estudos. Vamos começar!

1. Preste atenção!

No domingo passado fui comprar um sorvete, que realmente é muito bom. Chegando ao local entrei na fila e passado algum tempo notei que havia cerca de três vendedores à paisana, porém eles conversavam e se distraiam não dando atenção ao cliente. Eles esperavam que o cliente fossem até eles e não ao contrário como deveria ser feito.

É dever de quem vende estar atento aos clientes que se interessam pelo seu produto ou serviço e criar a aproximação necessária para realizar a venda. A não realização desta ação pode afastá-lo, fazendo com que você não realize a venda.

2. Entregue mais!

Muitas vezes, na ânsia de fecharmos a venda com os clientes oferecemos Deus e o mundo, porém o brasileiro está ficando cada vez mais exigente e quando não se é entregue o que é prometido, tenha certeza de que irá gerar uma má impressão.

O que fazer? Ofereça apenas o essencial e entregue o excepcional. Ex: Vamos dizer que você tem uma oficina mecânica e o seu serviço é realizar apenas uma simples revisão. O cliente chega no estabelecimento, você oferece o serviço e ele contrata. Agora é onde está a mágica, ao invés de entregar apenas a manutenção, porque não uma lavagem simples agregada? Uma troca de óleo grátis na próxima revisão? Tenho certeza de que ele irá ficar surpreso e irá gerar uma ótima imagem.

3. Lembre-se!

Não esqueça dos seus clientes! É normal no meio do mundo dos serviços as empresas após prestado a sua parte não entrarem mais em contato.

Sempre esteja junto do seu cliente, se programe para entrar em contato com eles periodicamente e saber se está tudo certo ou se o mesmo não precisa de outro serviço. Com certeza, eles sempre indicarão aqueles que estão mais frescos em sua memória. Torne o seu cliente um revendedor da sua empresa.

No próximo post falarei as próximas dicas. Alguma dúvida ou sugestão? Comente que nós responderemos! Até a próxima!

Joseli Mendonça – Coach de Carreira e Consultora da Prática Consultoria
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9 simples passos para você criar o seu modelo de negócios (CANVAS)


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Quem nunca pensou em fazer algo no âmbito pessoal e profissional e de repente eram tantas ideias que nem conseguia sair do lugar? Muitos negócios se prejudicam por esta mesma razão! O ideal é que antes de tomar qualquer ação, que o empreendedor crie o seu MODELO DE NEGÓCIOS.

Um modelo de negócios é um método ou um conjunto de ações que definem como o seu negócio será montado, o que a sua empresa fará, como criará valor e se sustentará no mercado (JÓIA; FERREIRA, 2005; OLIVA, 2012). Ou seja, o modelo de negócios é o formato que o seu negócio, a sua empresa, o seu projeto terá para funcionar.

Um dos modelos mais conhecidos é o chamado CANVAS, que é o modelo de negócios apresentado por meio de 9 telas (tradução do nome Canvas, do inglês). O chamado método Business Model Canvas foi desenvolvido por Alexander Osterwalder, que é expert em modelo de negócios. Foi baseado em seu trabalho anterior “Business Model Ontology” e apresentado com mais detalhes no seu livro “Business Model Generation”, escrito por ele e por Yves Pigneur, chegando ao Brasil no ano de 2012 (INATEL, 2012).

O CANVAS serve então para definir, sistematizar e organizar as suas ideias por meio de 9 telas, de uma forma lógica, direcionada e rápida, dando um modelo inicial do seu negócio ou do que você pretende. Ele se difere do plano de negócios, que é uma descrição mais aprofundada e detalhada do negócio, indicado para ser elaborado após a definição do seu modelo de negócios inicial. É, então, uma forma mais rápida e dinâmica de se definir um negócio e, assim como o plano de negócios, não é estático. Ao contrário, deve sempre ser melhorado, aprimorado. Não é à toa que se recomenda que seja elaborado nas telas e com post its para que você possa ir aprimorando cada vez mais.

Assim, o que você precisa fazer antes de elaborar o CANVAS? Primeiramente, você pensa em um problema, em algo que você gostaria de resolver e que aparentemente não existem soluções acessíveis. Depois, você descobre quem irá se beneficiar com a solução desse problema, ou seja, quem é o seu cliente. Posteriormente, pensa em um produto, simples e vai validar como cliente, testar, saber se ele seria aceito ou de que forma ele seria aceito e aí então você vai construindo o seu produto por meio do cliente. Até que você chega ao modelo de negócios da sua empresa.

Vamos aprender os 9 passos ou as 9 telas para a criação do seu modelo de negócios, do seu CANVAS. Visualize a figura do CANVAS e vá se guiando pela explanação abaixo para facilitar a sua elaboração. Elabore um de cada vez. Inicialmente, escreva o nome do seu modelo de negócio (se é um salão de beleza, um supermercado, uma padaria). Depois, preencha o CANVAS de acordo com a ordem especificada em cada um dos passos abaixo:

1. PROPOSTA DE VALOR:

Você deverá responder ao que você vai fazer. É que você vai oferecer ao seu segmento de clientes. É o que vai resolver o problema do cliente e satisfazer a sua necessidade.

2. SEGMENTO DE CLIENTES:

Você deve responder para quem será a sua proposta de valor, quem vai comprá-la. São as pessoas, grupos e organizações que terão suas necessidades atendidas.

3. RELACIONAMENTO COM OS CLIENTES:

É a forma como você vai estabelecer a sua relação com os clientes. Por exemplo: será via assistência técnica, via internet, facebook, pessoalmente.

4. CANAIS:

É a forma como a sua proposta de valor será distribuída, comunicada e vendida ao seu público-alvo. Será via e-commerce, ou via varejo, atacado.

5. FLUXO DE RENDAS/RECEITAS:

É o que será recebido de cada segmento, ou seja, é a forma como as receitas serão geradas. O pagamento pode ser feito de uma vez, por uso do serviço. Ou seja, de que forma a sua proposta de valor gerará receitas. Este é o momento qualitativo, não sendo colocados os dados numéricos, o valor de faturamento e sim a como será faturado.

6. RECURSOS CHAVES:

É tudo de tangível e de intangível que você precisará para entregar a sua proposta de valor. Podem ser recursos físicos, financeiros, humanos, intelectuais.

7. ATIVIDADES CHAVES:

É tudo o que será feito para o seu negócio realmente funcionar. Varia, logicamente, de acordo com o seu modelo de negócios. Um salão de beleza, por exemplo, tem a atividade de agendar os clientes, recepcioná-los no horário agendado para o serviço requerido.

8. PARCERIAS CHAVES:

É o conjunto de pessoas, organizações e grupos que facilitam a atuação da sua empresa. Por exemplo: você pode realizar um evento e não ter local para o estacionamento. Uma empresa de estacionamento ou uma empresa vizinha que tenha espaço suficiente para oferecer pode ofertar o seu estacionamento e fica como parceiro seu para a entrega da sua proposta de valor.

9. ESTRUTURA DE CUSTOS:

É a descrição de tudo o que você vai gastar para que o seu negócio possa existir. Aqui não entram os custos em números, mas sim o que vai ser gasto. Por exemplo: mão-de-obra, energia, telefone e internet etc.

Observe a tela do CANVAS abaixo e monte o seu! Quaisquer dúvidas, é só comentar!

Joseli Mendonça – Coach de Carreira e Consultora da Prática Consultoria
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