3 Dicas para Investir em Pessoas Gastando o Mínimo e Ganhando o Máximo


Publicado em Categorias Atendimento, Coach, Empresa


Em momentos de crise, o que mais se escuta dentro das empresas são as decisões por demissão (muitas vezes, em massa). Nesse momento, muitos talentos são perdidos, o clima se desestabiliza, cai-se a produtividade, em prol de se manter a empresa em seu ponto de equilíbrio.

Infelizmente, quando esse cenário acontece dessa forma explicitada, o que está nas entrelinhas foi uma gestão com visão de curto prazo, tanto no momento dessa decisão, como das decisões anteriores que levaram a essa decisão. Concordam? Isso porque, se hoje preciso demitir, significa que em algum momento, contratei demais, não projetei minhas vendas considerando as oscilações de mercado, tomei decisões erradas em relação a produtos, serviços e investimentos.

Esse foi apenas um preâmbulo para falar em como nesse momento, você empresário, deve investir corretamente no capital humano que possui, de modo que eles possam se transformar em verdadeiros talentos. Isso irá auxiliá-lo a sair da crise (se este for o seu caso) ou a se manter em crescimento, aproveitando as oportunidades que aparecem no seu segmento.

Quando se fala em pessoas, muitos empresários se retorcem, como se fosse a parte mais complexa do seu negócio. Até pode ser, se essas pessoas não estiverem alinhadas aos objetivos organizacionais e falando a mesma língua do empresário. Ou porque relações humanas realmente é complexo, afinal, somos humanos, erramos e acertamos o tempo todo, cobramo-nos perfeição, onde não há.

Mas, é possível melhorar este cenário? Sim, claro que é possível! Mas só depende de como você empresário vai fazer para legitimar essa pessoa como parte integrante, legítima, participante e colaboradora dessa organização.

Então, reflita comigo: o que você tem feito para desenvolver a autonomia das pessoas que trabalham com você? Você realmente confia no trabalho delas? Como demonstra isso a elas? O feedback e o apoio em todas as atividades e processos, é uma prática contínua e genuína? As pessoas sabem o que você espera delas? Você as comunica sobre isso?

Nos meus quase 10 anos de experiência organizacional em várias empresas e funções, principalmente na parte de gestão de pessoas e docência, percebo que, a depender da realidade organizacional, há um medo no compartilhamento de informações. E digo mais: informações, muitas vezes, imprescindíveis para as próprias atividades das pessoas, por diversas razões. Muitas vezes, há o medo de compartilhar a informação e deixar a pessoa munida de argumentos, contra os seus argumentos enquanto empresário (como se isso não significasse enriquecimento, discussão para melhoria), há o medo das hierarquias superiores em deixá-las de igual para igual e, assim, haver o risco da perda do cargo de confiança, ou não há o interesse mesmo de que alguém saiba igual ou mais do que você, talvez até por questões de ego (fragilidade de ego, inclusive).

Isso é muito complexo no dia-a-dia e dicotômico também, porque as pessoas são cobradas para que executem da melhor forma e no menor tempo possível, mas ao mesmo tempo não recebem o apoio necessário, próprio de seu perfil profissional para conseguir fazer isso e muito mais. Não estou colocando o colaborador de forma passiva, estou dizendo que ambos (colaborador e empresa) precisam fazer a sua parte. O excesso de hierarquia, muitas vezes, atrapalha também todo o processo e parece mais uma disputa de ego a um pensamento verdadeiramente organizacional, holístico, do todo sendo totalmente modificado pelas partes.

Assim, como investir em gestão de pessoas gastando o mínimo e ganhando o máximo? Somente para ser mais didático para você, vou resumir em tópicos, mas não entenda como uma “receita de bolo”, porque tudo o que fazemos nas organizações, deve obedecer à sua realidade, à sua maturidade, ao seu momento e ao de seus colaboradores:

♠ Aproxime-se da sua equipe de profissionais, ou seja, compreenda, escute e o ajude no momento que precisar.

♠ Treine seus gerentes, encarregados, líderes e façam deles multiplicadores desses treinamentos, praticando seus ensinamentos, em influência de pessoas, gastando apenas 1,5h do seu tempo, ouvindo deles e construindo com eles melhores formas de melhorar processos, gerir pessoas, isso desenvolve comprometimento na equipe.

♠ Dê feedback, esteja perto da equipe. Não espere o momento de avaliar desempenho para isso. Chegue junto ao colaborador e diga no que ele precisa melhorar. E o elogie se realmente achar que merece. O feedback é uma das principais ferramentas não apenas para o desenvolvimento de pessoas, como organizacional.

Você poderá criar ambientes de aprendizado e colaborativo sem ter que pagar nada por isso. E, com o seu exemplo, aos poucos, você vai mudando a sua realidade para melhor, se este for o seu objetivo. Lembre-se: com o seu exemplo.

Como mensurar? Mensure nos serviços que sua empresa presta, ou seja, colha, tabule e analise pesquisas de satisfação dos clientes em relação ao que a sua empresa faz. Os seus colaboradores refletem a sua satisfação nos seus clientes. Pense nisso!

Joseli Mendonça – Coach de Carreira e Consultora da Prática Consultoria
Diretora/Consultora
Prática Consultoria & Treinamentos
(81) 9813-5871 / Whatsapp

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