Linkedin Campeão


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Como fazer para ter um perfil campeão no Linkedin?

O Linkedin é uma rede social de cunho estritamente profissional. Assim, a primeira dica é colocar, apenas, informações profissionais. Para ter o chamado perfil campeão no Linkedin, representado pela estrelinha azul, você precisa ter no mínimo:

♠ Uma foto de apresentação totalmente profissional.

♠ Na criação do seu Linkedin, colocar os interesses relacionados, para que a rede traga o que é, de fato, do seu interesse. Por exemplo: vagas, notícias sobre gestão de pessoas, política, economia…

♠ Colocar o cargo ou posição atual (se você está em busca de recolocação, o ideal é colocar o cargo desejado e não colocar o que a maioria das pessoas colocam como “em busca de recolocação”, porque o recrutador em sua busca de talentos, vai pela função do Linkedin, se ela não estiver disponível, o seu perfil será automaticamente desconsiderado).

♠ Informar seu endereço, CEP.

♠ Preencher pelo menos duas posições de trabalho anteriores à atual com as devidas descrições (o ideal é colocar por tópicos e escolher para descrever os mais relevantes ao seu objetivo profissional).

♠ Preencher a formação acadêmica.

♠ Adicionar pelo menos 5 competências.

♠ Preencher a seção Resumo (o preenchimento deve ressaltar tudo o que você tem bom, enfatizando o tempo de experiência, prêmios recebidos, contribuições suas significativas nas empresas pelas quais passou. Deve ter, no máximo, 6 linhas).

♠ Ter pelo menos 50 conexões.

Além disso, o que dá um UP no seu Linkedin é colocar uma segunda opção de idioma. Para isso, você clica no seu perfil e no canto direito de sua visão, você deverá clicar no idioma desejado. Ao fazer isso, toda atualização que você fizer em Português, você terá de fazer em inglês. Toda vez que editar em Português, deverá editar em inglês.

Você não precisa estar o tempo todo alterando seu Linkedin para a vaga que está concorrendo. O ideal é deixar claras as possibilidades que você deseja, contudo, tentando focar ao máximo na função. Assim, uma vez ou outra, será necessário fazer alguma atualização, principalmente se você tiver muitas experiências.

Dicas importantes para o seu perfil ficar bem visualizado e ter alcance:

♠ Postagens com certa frequência, principalmente de produções suas como artigos, fotos, dicas, vagas.

♠ Responder o mais rapidamente às mensagens que lhes são enviadas.

♠ Recomendar competências, porque quando você as recomenda, outras pessoas recomendam às suas e o seu perfil passa a ficar mais visível.

♠ Participar de grupos ativamente. O ideal não é estar numa grande quantidade de grupos, mas ser ativo neles.

♠ Fazer contatos inbox, com bom senso, mostrando-se sempre disponível.

Para quem deseja recolocação profissional, além de todas essas dicas, se você tiver a possibilidade de estar como Premium no Linkedin, ótimo, se não, essas dicas já lhes dão grandes possibilidades. Mas, além delas, é importante você baixar o aplicativo Linkedin Jobs, que é focado nas oportunidades. Nele, pelo celular, você coloca o título da função, a localidade e cria o alerta de vagas, para que chegue para você no momento em que for postada. As melhores vagas hoje estão no Linkedin.

Comente o nosso artigo, envie suas dúvidas! Contate-nos, caso precise de um trabalho de coaching de recolocação profissional!

Joseli Mendonça – Coach de Carreira e Consultora da Prática Consultoria
Diretora/Consultora
Prática Consultoria & Treinamentos
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9 Dicas de como Tornar o Feedback uma Ferramenta de Desenvolvimento


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Deseja implementar feedbacks em suas equipes? Você sabia que não precisa de nenhum estruturação para isso, apenas olhar para os objetivos, escutar ativamente, prestar atenção na equipe e tentar ser o mais imparcial possível pensando sempre no melhor para todos?
Vamos a algumas dicas:
1. Faça feedback na hora em que a situação acontece. Só há uma exceção: se a pessoa estiver fragilizada com a situação, é melhor esperar ela se recuperar e num outro momento, conversar com ela a respeito.
2. Desenvolva o seu feeling para saber se a pessoa está aberta ao feedback. Se não estiver, você pode ir trabalhando isso aos poucos e fazer com que ela mesma, chegue ao que você gostaria de falar.
3. Fale verdadeiramente o que precisa ser dito, mas de forma humana, leal, de modo que a pessoa saia motivada a melhorar e não destruída.
4. Seja consistente em relação ao que você falou no feedback. Ou seja só prometa ou diga o que você pode cumprir.Se você fala que é para desenvolver a pessoa e que isso não atrapalha a empresa e nem a equipe, não tem sentido demitir a pessoa após dizer o contrário para ela. Isso não é humano e nem profissional.
5. Não use o feedback somente para demitir, perde o sentido da sua força motriz para o desenvolvimento da pessoa e da equipe. Esse é o último após várias tentativas e nenhuma propensão da pessoa à melhora.
6. Elogie verdadeiramente a equipe e a cada um de seus liderados ou colegas. Mas, só se for verdadeiro.
7. Treine a sua equipe em relação ao feedback. Cada pessoa recebe, de acordo com  sua história, de forma diferente.
8. Legitime-se para dar feedback. Se você não é exemplo, se as pessoas não lhe consideram como legítima para receber suas críticas, não faça. Não surtirá o efeito voltado ao desenvolvimento.
9. Lembre-se: O feedback é profissional. Cuidado para não misturar coisas pessoais nesse momento.
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9 Dicas de Como se Tornar um Líder Coach


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Você está na sua primeira experiência como líder de uma equipe? Ou passou por várias experiências e pretende se tornar um líder que realmente olha a equipe de maneira holística e acredita no seu desenvolvimento?
Acompanhe as dicas que estou trazendo para você se tornar um líder coach!
1. Treine a sua habilidade de escutar, escutar ativamente a sua equipe, sentir suas necessidades técnicas, mas principalmente, humanas.
2. Escute a sua equipe.
3. Coloque-se como um facilitador da equipe e um mediador de conflitos (de modo a torna-los funcionais para os objetivos organizacionais e alinhá-los, o máximo que conseguir, aos objetivos pessoais e profissionais da sua equipe).
4.  Faça reuniões sistemáticas com a equipe, de modo que a troca de experiência torne-se um aprendizado para todos, principalmente para você.
5. Dê voz e vez para a sua equipe, confie nela.
6. Dê feedbacks, preferencialmente na hora em que o fato acontece. Mas lembre-se sempre da regra de ouro: crítica a uma postura profissional é sempre junto à pessoa, não em público, para não expor e tolher o seu potencial.
7. Acompanhe o seu liderado nos processos de feedback, de modo a não deixar de acreditar nele, por ele estar passando por um momento de mudanças em sua vida.
8. Lembre-se de que TODOS OS SEUS LIDERADOS SÃO SERES HUMANOS. Se você percebe que ele não está rendendo como antes, mas que deseja melhorar, que gosta do trabalho, da empresa, escute-o, acompanhe-o de perto e faça-o ser o melhor que ele pode ser!
9. A dica principal: SEJA EXEMPLO! Não adianta fazer nada do que falei antes, se você não acreditar e não for o primeiro a fazer. O seu exemplo, a sua atitude real, prática, do dia-a-dia é que fará toda a diferença e não apenas o seu discurso!

 

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9 Dicas de Planejamento de Carreira


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Deseja fazer o seu planejamento de carreira e não sabe por onde começar? Acompanhe as dicas e, se quiser aprofundar mais, entre em contato conosco:
1. Descreva as atividades que mais lhe dão prazer no seu trabalho.
2. Descreva as atividades que você menos gosta de fazer.
3. Se questione: desejo realmente continuar nesse caminho profissional?
4. Escreva o seu objetivo de carreira, detalhando-o o máximo possível.
Ex.: Atuar como coaching de carreira, transformando a vida das pessoas e me tornando referência nesse segmento até 2018.
5. Escreva 3 metas que você precisará para atingir esse objetivo que você colocou.
6. Ao lado de cada meta, coloque de forma objetiva o que você fará para alcança-la e quando alcançará.
7. Olhe para as suas metas todos os dias e vá guiando a sua vida de forma que você possa cumpri-las.
8. Comemore cada meta alcançada e refaça seu planejamento sempre que for necessário.
9. LEMBRE-SE: Todo planejamento é dinâmico, poderá ocorrer tudo ou nada do que você planejou, mas o importante é que você seja o autor e o ator protagonista da sua carreira!

 

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A Carreira é Sua!


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Tenho ouvido muitos discursos de diversos profissionais de R.H. sobre a questão de os colaboradores da empresa ainda considerarem como sendo objetivo da empresa a construção da sua carreira enquanto profissional. Assim, resolvi escrever esse artigo para diferenciar algumas questões e deixar mais claro, para a empresa e o colaborador, as suas responsabilidades.

Na geração de nossos pais, as empresas ofereciam um plano de carreira, com o objetivo de fazer com que aquele colaborador entrasse e se aposentasse naquela organização. Assim, eles ofereciam também o processo de qualificação, para que eles pudessem ter uma evolução em sua carreira. Assim, nós conseguíamos ver no mercado pessoas que entraram na empresa aos 18 anos e que saíram por volta dos 55 anos, aposentados e com significativa evolução. Começaram como estagiários e terminaram como diretores, por exemplo.

Contudo, na contemporaneidade, o perfil de gerações modificou e as empresas também mudaram, assim como o conceito de carreira e empregabilidade. Antigamente, a carreira era entendida como esse conjunto de funções dentro de uma dada empresa. Hoje, a carreira é vista como esse conjunto de funções que o profissional desempenha, esteja ele dentro de uma dada organização ou mesmo não estando nela. Chegamos então ao conceito de empregabilidade, que seria o conjunto de competências que fazem com que dado profissional se torne empregável independentemente de estar numa empresa ou não.

Dessa forma, a carreira passou a ser responsabilidade da própria pessoa e não de uma dada empresa. É um ponto importante de reflexão, porque a carreira é sua, a escolha profissional é sua, então por que quem faz a gestão é uma empresa? E os seus objetivos profissionais, sonhos profissionais, onde ficam? A depender de uma dada organização?

O que as pessoas confundem é a empresa oferecer voluntariamente um plano de carreira, para a manutenção de seus talentos, juntamente com os incentivos educacionais, com a obrigação de ela qualificar. Ela pode ou não qualificar, não é sua obrigação! Se ela qualificar, tiver um plano de carreira bem desenvolvido, relacionado com outros processos de gestão de pessoas, significa que é um bom lugar para construir sua carreira, mas não significa que a qualificação tenha que ser dada na íntegra por ela. Ou seja: você precisa conhecer as oportunidades que existem e ir se qualificando, que significa não apenas fazer cursos, mas fazer trabalhos pessoais para desenvolver seus conhecimentos, habilidades e atitudes (como, por exemplo, participando de experiências voluntárias, fazendo viagens, lendo bons livros, indo a cafés e conhecendo novas pessoas, indo a eventos, ou nos cursos, tendo uma postura profissional que te faça construir boas redes de relacionamento). Você, profissional, precisa ter uma reserva financeira para isso também, dentro das suas condições.

É importante que você perceba que as oportunidades existem, mas você precisa fazer uma análise antes, verificar o que você já tem e o que precisa ter para chegar naquela oportunidade e, assim, ir desenvolvimento o seu planejamento de carreira, até conseguir. Hoje, a postura profissional de esperar da empresa não é bem vista, principalmente, num momento considerado como de crise para muitas organizações. Existem diversos perfis de empresas. Algumas estão aproveitando esse momento para melhorar o seu atendimento, investir em qualificação, trabalhar crenças limitantes de seus colaboradores e desenvolvê-los, como forma de fazê-los autores e atores de sua própria vida, pois assim ganha o colaborador e ganha a empresa, sem sombra de dúvidas. Mas isso não está presente em todas as realidades.

Então, o que você está fazendo na construção da sua carreira? Tem dúvidas na construção da sua carreira? Deixa o seu comentário e iremos te auxiliar nesse processo! Grande abraço!

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Líderes: Olhem Para Vocês!


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Sim, isso mesmo! Estou começando esse artigo com um chamado. Você que é líder, ou seja, uma pessoa ou profissional capaz de influenciar ativamente outras pessoas a fazerem coisas, a terem comportamentos, já pensou em como pode estar sendo realizada essa influência? Esse seu poder de liderança?

Todos os líderes, assim como os seres humanos, em geral, têm desejos, crenças, dificuldades, anseios pessoais e profissionais. Por isso, a todo tempo, é importante que reflitamos sobre a influência que essas nossas questões têm quando nos relacionamos com os outros. Você pode me perguntar, como assim, Josi? (É assim que a maioria das pessoas me chama).

Estou pedindo que você líder, saia um pouco do seu pensamento lógico, imprescindível para a gestão, e tome outro posicionamento, relacionado à reflexão de sua práxis (prática). Isso tem a ver com ética, com saber lidar com o humano e com o seu autoconhecimento para não terminar prejudicando tudo o que você deseja para a sua vida e para a sua empresa.

Olhar para dentro de si é perceber o que me incomoda como líder, por que me incomoda, o que me lembro quando me incomoda. Por que é tão difícil dar autonomia aos meus funcionários? Será que tem a ver somente por eu acreditar que eles não são tão capazes quanto eu gostaria, ou teria a ver comigo, enquanto líder de tendência totalmente centralizadora que, por questões minhas, não consigo dar autonomia para eles e nem para ninguém? Será que também não sou assim em casa, com a minha família?

Por que será que é tão difícil ouvir as pessoas que trabalham comigo? Por que, muitas vezes, só a minha opinião é importante? Por que uma pessoa mais jovem ou mais experiente não pode opinar, apenas eu, enquanto líder, posso? Por que não saio da posição de tudo saber e me permito a aprender com o outro?

Por que não consigo respeitar os limites do outro e saber onde estão os meus limites e, a partir disso, colocá-lo dentro da empresa em atividades e funções que tenham mais relação com as competências e com o modo de ser desse outro? Mesmo que não dê para fazer isso, porque não tento no dia-a-dia, tornar esse cotidiano do outro o mais prazeroso possível, para que ele se sinta bem em passar a maior parte do tempo dele com você e a sua equipe na empresa, do que com a família?

Gostaria que você lesse e relesse esse artigo, cheio de questionamentos, reflexões. Se você, ao final do dia de trabalho, ao chegar em casa, analisar tudo o que houve no seu dia e fizer ao menos uma dessas reflexões e se permitir tentar enxergar os porquês, tenho certeza de que muita coisa na sua forma de ser vai modificar. Tenho certeza de que modificará para melhor e de que a sua equipe sentirá e perceberá isso.

E isso não custa nada financeiro, custa emocionalmente para você se permitir conhecer e se deixar tocar em pontos que, geralmente, são esquecidos dentro das organizações, porque isso significa tempo e isso não dá para ser mensurado. Isso precisa ser experienciado e narrado. E dessa narração (narrar uma ação), você deverá construir uma narrativa (ação narrada e realizada). Posso contar com você nesse exercício? Faça esse exercício e depois me conte, como foi essa experiência, nos comentários aqui abaixo. Eu vou ter a maior alegria em poder fazer trocas e comemorar com você!

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“Você Quer Brincar Na Neve?”


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Calma, calma! Não é sobre Anna e Elsa que vou falar! Amo o filme, é verdade, eu me casei com inspiração no filme Frozen, mas não é sobre ele que vou falar. É sobre o que você quer para a sua vida e o quanto esse “querer”, aliado a ações, poderá fazer você conseguir. Também não é auto-ajuda, tá? Até porque, para ser, era você quem deveria estar escrevendo, concorda?

Vamos lá! Você sabia que 72% das pessoas estão totalmente insatisfeitas com o seu trabalho? (ISMA BRASIL, 2015).  Sabia também que mais da metade dos alunos do Ensino Médio não sabem que carreira seguir? (EXAME, 2016). E sabia que metade dos jovens escolhe a carreira sem conhecer a profissão? (VEJA, 2013). E agora baseado em minhas observações e escutas, você sabia que, muito possivelmente, mais da metade da população brasileira, não acredita no poder que tem? O que uma coisa tem a ver com a outra? Vamos construir juntos!

Tudo na nossa vida são escolhas. Você já deve ter ouvido falar que até a não escolha é uma escolha, concorda? Contudo, nossas escolhas vão sendo construídas ao longo do tempo, a partir dos nossos relacionamentos com os nossos pais, com a nossa família, com os grupos de amigos, na escola, no trabalho. Cada um, sob seu aspecto singular, constrói uma forma de enxergar o mundo, ao seu modo.

É essa forma de ver o mundo, que vai sendo construída ao longo das relações sociais das quais você participa, que vai criando crenças e valores em você. Essas crenças podem ser fortalecedoras, ou seja, aquelas que te impulsionam a agir, a enfrentar o mundo, a enxergar de outras formas tudo o que é colocado na sua vida e que te ajudam a experienciar verdadeiramente as diversas situações da vida e não apenas passar por elas ou vivê-las.

Outras são as crenças limitantes, aquelas que, com base nos medos que são colocados em você ou vão sendo desenvolvidos por você ao longo do tempo, impede que o seu olhar vá além. Você prefere ficar na zona de conforto com medo que algo dê errado. Já se sentiu assim? Mas já parou para pensar que não há como ter certeza de nada na vida? Ou seja, tudo pode dar certo e tudo pode dar errado.

O que diferencia então na escolha? Eu acredito que seja o quanto você está disposto a assumir de ônus pela sua decisão de enfrentar o mundo e fazer acontecer o que você quer e se você acredita que merece o bônus que essa sua decisão lhe trará. Isso mesmo: se você acredita que merece o bônus. Tem pessoas que não acreditam que são merecedoras do bem, da riqueza, do sucesso, da felicidade, por diversas razões. Alguma coisa no meio do percurso da sua vida a fez pensar assim.

Quando falo de sucesso e riqueza é o sucesso e a riqueza que você quer para a sua vida e não a que a sociedade acredita e determina que seja. O que quero dizer com isso? Alguém pode querer que você seja milionário, more nos melhores bairros e casas, estejas nos melhores lugares. Mas a vida é sua, você pode ter todo o dinheiro do mundo para isso, mas não é o que VOCÊ quer. Isso significa dizer que você não tem sucesso e nem riqueza? Claro que não! É você quem diz o que é ser rico e ter sucesso na sua vida pessoal e profissional.

Assim, para um adolescente decidir tão cedo, aos 16 e 17 anos uma carreira, é importante que ele seja orientado e reflita que a carreira é construída e reconstruída ao longo da vida, ou seja, não é porque ele escolheu que vai fazer medicina que tem que ser médico a vida toda. A sociedade cobra isso, como se fosse uma decisão estática, como se mudar no meio do caminho fosse falta de ajuste. Isso, de coração, não me afeta positivamente, porque falta de ajuste, se você olhar mais profundamente, é achar que somos todos ajustados, como “marionetes” manipuladas na sociedade.

Você pode decidir e mudar sua decisão sim, depois, o importante é ir aos poucos definindo e pensando, e conhecendo o que você quer na sua vida, para não fazer parte desse percentual do início do texto de pessoas insatisfeitas no trabalho. E sabia que, mesmo assim, isso não te garante não ficar insatisfeito em algum momento da sua vida? Somos seres da incompletude, como dizia o querido Freud.

Muito provavelmente, os insatisfeitos no trabalho estão também insatisfeitos na vida como um todo, sabe por quê? Porque são seres humanos e por mais que tentem, são únicos, um âmbito influencia o outro. O primeiro passo para acreditar em você é, olhar cada conquista sua, cada coisa que você deixou para trás e que resolveu fazer, por suas decisões, pelo que você acredita, pelo que você quer. E olhar para frente, considerando cada etapa, para não se angustiar com o todo e ir seguindo e comemorando cada conquista sua.

O que você quer, não tem a ver com o que o outro quer, embora sofra influências. Tem a ver com o que lhe faz feliz e com o que não lhe deixa em dissonância. Como assim? Posso ser feliz porque escolhi medicina e meu pai se sentiu feliz e posso gostar da escolha e estar feliz nesse momento. Mas posso ser feliz porque escolhi o contrário do que meus pais queriam que eu escolhesse, e mesmo com a desaprovação deles, eu estou feliz e sinto que me realizo no que faço, no que escolhi. Mas posso ter feito uma escolha que me deixa numa angústia eterna, porque tenho a crença de que é o certo a seguir, por inúmeras razões, mas ao mesmo tempo, na minha cabeça, não me faz feliz porque acredito que talvez tivesse sido mais feliz se tivesse feito outra escolha. Angustiante, não é? Você já passou por isso? A depender desse grau de dissonância, pode ser trabalhado com um coach ou com um psicólogo. É, inclusive, importante que seja.

Mas para sair dessa angústia,  concorda que tem um querer muito forte e um passo a ser dado? Isso é um início de quebra dessas crenças que te limitam. Primeiro, queira, acredite que você pode. Depois pense se você está disposto a assumir os ônus e bônus do que decidiu. Depois, faça por onde acontecer. Se errar, desfaça e refaça, teça e “re-teça” quantas vezes for necessário, mas tome as rédeas da sua vida e experiencie. E, se quiser brincar na neve, mesmo que seja no Brasil, brinque! A neve é o que você acredita e o brincar é ação que você se permite fazer na neve (no que acredita). Então… você quer brincar na neve…? Deixe seu comentário aqui embaixo, compartilhe experiências, vamos construir juntos!

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3 Dicas para Investir em Pessoas Gastando o Mínimo e Ganhando o Máximo


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Em momentos de crise, o que mais se escuta dentro das empresas são as decisões por demissão (muitas vezes, em massa). Nesse momento, muitos talentos são perdidos, o clima se desestabiliza, cai-se a produtividade, em prol de se manter a empresa em seu ponto de equilíbrio.

Infelizmente, quando esse cenário acontece dessa forma explicitada, o que está nas entrelinhas foi uma gestão com visão de curto prazo, tanto no momento dessa decisão, como das decisões anteriores que levaram a essa decisão. Concordam? Isso porque, se hoje preciso demitir, significa que em algum momento, contratei demais, não projetei minhas vendas considerando as oscilações de mercado, tomei decisões erradas em relação a produtos, serviços e investimentos.

Esse foi apenas um preâmbulo para falar em como nesse momento, você empresário, deve investir corretamente no capital humano que possui, de modo que eles possam se transformar em verdadeiros talentos. Isso irá auxiliá-lo a sair da crise (se este for o seu caso) ou a se manter em crescimento, aproveitando as oportunidades que aparecem no seu segmento.

Quando se fala em pessoas, muitos empresários se retorcem, como se fosse a parte mais complexa do seu negócio. Até pode ser, se essas pessoas não estiverem alinhadas aos objetivos organizacionais e falando a mesma língua do empresário. Ou porque relações humanas realmente é complexo, afinal, somos humanos, erramos e acertamos o tempo todo, cobramo-nos perfeição, onde não há.

Mas, é possível melhorar este cenário? Sim, claro que é possível! Mas só depende de como você empresário vai fazer para legitimar essa pessoa como parte integrante, legítima, participante e colaboradora dessa organização.

Então, reflita comigo: o que você tem feito para desenvolver a autonomia das pessoas que trabalham com você? Você realmente confia no trabalho delas? Como demonstra isso a elas? O feedback e o apoio em todas as atividades e processos, é uma prática contínua e genuína? As pessoas sabem o que você espera delas? Você as comunica sobre isso?

Nos meus quase 10 anos de experiência organizacional em várias empresas e funções, principalmente na parte de gestão de pessoas e docência, percebo que, a depender da realidade organizacional, há um medo no compartilhamento de informações. E digo mais: informações, muitas vezes, imprescindíveis para as próprias atividades das pessoas, por diversas razões. Muitas vezes, há o medo de compartilhar a informação e deixar a pessoa munida de argumentos, contra os seus argumentos enquanto empresário (como se isso não significasse enriquecimento, discussão para melhoria), há o medo das hierarquias superiores em deixá-las de igual para igual e, assim, haver o risco da perda do cargo de confiança, ou não há o interesse mesmo de que alguém saiba igual ou mais do que você, talvez até por questões de ego (fragilidade de ego, inclusive).

Isso é muito complexo no dia-a-dia e dicotômico também, porque as pessoas são cobradas para que executem da melhor forma e no menor tempo possível, mas ao mesmo tempo não recebem o apoio necessário, próprio de seu perfil profissional para conseguir fazer isso e muito mais. Não estou colocando o colaborador de forma passiva, estou dizendo que ambos (colaborador e empresa) precisam fazer a sua parte. O excesso de hierarquia, muitas vezes, atrapalha também todo o processo e parece mais uma disputa de ego a um pensamento verdadeiramente organizacional, holístico, do todo sendo totalmente modificado pelas partes.

Assim, como investir em gestão de pessoas gastando o mínimo e ganhando o máximo? Somente para ser mais didático para você, vou resumir em tópicos, mas não entenda como uma “receita de bolo”, porque tudo o que fazemos nas organizações, deve obedecer à sua realidade, à sua maturidade, ao seu momento e ao de seus colaboradores:

♠ Aproxime-se da sua equipe de profissionais, ou seja, compreenda, escute e o ajude no momento que precisar.

♠ Treine seus gerentes, encarregados, líderes e façam deles multiplicadores desses treinamentos, praticando seus ensinamentos, em influência de pessoas, gastando apenas 1,5h do seu tempo, ouvindo deles e construindo com eles melhores formas de melhorar processos, gerir pessoas, isso desenvolve comprometimento na equipe.

♠ Dê feedback, esteja perto da equipe. Não espere o momento de avaliar desempenho para isso. Chegue junto ao colaborador e diga no que ele precisa melhorar. E o elogie se realmente achar que merece. O feedback é uma das principais ferramentas não apenas para o desenvolvimento de pessoas, como organizacional.

Você poderá criar ambientes de aprendizado e colaborativo sem ter que pagar nada por isso. E, com o seu exemplo, aos poucos, você vai mudando a sua realidade para melhor, se este for o seu objetivo. Lembre-se: com o seu exemplo.

Como mensurar? Mensure nos serviços que sua empresa presta, ou seja, colha, tabule e analise pesquisas de satisfação dos clientes em relação ao que a sua empresa faz. Os seus colaboradores refletem a sua satisfação nos seus clientes. Pense nisso!

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