“Você Quer Brincar Na Neve?”


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Calma, calma! Não é sobre Anna e Elsa que vou falar! Amo o filme, é verdade, eu me casei com inspiração no filme Frozen, mas não é sobre ele que vou falar. É sobre o que você quer para a sua vida e o quanto esse “querer”, aliado a ações, poderá fazer você conseguir. Também não é auto-ajuda, tá? Até porque, para ser, era você quem deveria estar escrevendo, concorda?

Vamos lá! Você sabia que 72% das pessoas estão totalmente insatisfeitas com o seu trabalho? (ISMA BRASIL, 2015).  Sabia também que mais da metade dos alunos do Ensino Médio não sabem que carreira seguir? (EXAME, 2016). E sabia que metade dos jovens escolhe a carreira sem conhecer a profissão? (VEJA, 2013). E agora baseado em minhas observações e escutas, você sabia que, muito possivelmente, mais da metade da população brasileira, não acredita no poder que tem? O que uma coisa tem a ver com a outra? Vamos construir juntos!

Tudo na nossa vida são escolhas. Você já deve ter ouvido falar que até a não escolha é uma escolha, concorda? Contudo, nossas escolhas vão sendo construídas ao longo do tempo, a partir dos nossos relacionamentos com os nossos pais, com a nossa família, com os grupos de amigos, na escola, no trabalho. Cada um, sob seu aspecto singular, constrói uma forma de enxergar o mundo, ao seu modo.

É essa forma de ver o mundo, que vai sendo construída ao longo das relações sociais das quais você participa, que vai criando crenças e valores em você. Essas crenças podem ser fortalecedoras, ou seja, aquelas que te impulsionam a agir, a enfrentar o mundo, a enxergar de outras formas tudo o que é colocado na sua vida e que te ajudam a experienciar verdadeiramente as diversas situações da vida e não apenas passar por elas ou vivê-las.

Outras são as crenças limitantes, aquelas que, com base nos medos que são colocados em você ou vão sendo desenvolvidos por você ao longo do tempo, impede que o seu olhar vá além. Você prefere ficar na zona de conforto com medo que algo dê errado. Já se sentiu assim? Mas já parou para pensar que não há como ter certeza de nada na vida? Ou seja, tudo pode dar certo e tudo pode dar errado.

O que diferencia então na escolha? Eu acredito que seja o quanto você está disposto a assumir de ônus pela sua decisão de enfrentar o mundo e fazer acontecer o que você quer e se você acredita que merece o bônus que essa sua decisão lhe trará. Isso mesmo: se você acredita que merece o bônus. Tem pessoas que não acreditam que são merecedoras do bem, da riqueza, do sucesso, da felicidade, por diversas razões. Alguma coisa no meio do percurso da sua vida a fez pensar assim.

Quando falo de sucesso e riqueza é o sucesso e a riqueza que você quer para a sua vida e não a que a sociedade acredita e determina que seja. O que quero dizer com isso? Alguém pode querer que você seja milionário, more nos melhores bairros e casas, estejas nos melhores lugares. Mas a vida é sua, você pode ter todo o dinheiro do mundo para isso, mas não é o que VOCÊ quer. Isso significa dizer que você não tem sucesso e nem riqueza? Claro que não! É você quem diz o que é ser rico e ter sucesso na sua vida pessoal e profissional.

Assim, para um adolescente decidir tão cedo, aos 16 e 17 anos uma carreira, é importante que ele seja orientado e reflita que a carreira é construída e reconstruída ao longo da vida, ou seja, não é porque ele escolheu que vai fazer medicina que tem que ser médico a vida toda. A sociedade cobra isso, como se fosse uma decisão estática, como se mudar no meio do caminho fosse falta de ajuste. Isso, de coração, não me afeta positivamente, porque falta de ajuste, se você olhar mais profundamente, é achar que somos todos ajustados, como “marionetes” manipuladas na sociedade.

Você pode decidir e mudar sua decisão sim, depois, o importante é ir aos poucos definindo e pensando, e conhecendo o que você quer na sua vida, para não fazer parte desse percentual do início do texto de pessoas insatisfeitas no trabalho. E sabia que, mesmo assim, isso não te garante não ficar insatisfeito em algum momento da sua vida? Somos seres da incompletude, como dizia o querido Freud.

Muito provavelmente, os insatisfeitos no trabalho estão também insatisfeitos na vida como um todo, sabe por quê? Porque são seres humanos e por mais que tentem, são únicos, um âmbito influencia o outro. O primeiro passo para acreditar em você é, olhar cada conquista sua, cada coisa que você deixou para trás e que resolveu fazer, por suas decisões, pelo que você acredita, pelo que você quer. E olhar para frente, considerando cada etapa, para não se angustiar com o todo e ir seguindo e comemorando cada conquista sua.

O que você quer, não tem a ver com o que o outro quer, embora sofra influências. Tem a ver com o que lhe faz feliz e com o que não lhe deixa em dissonância. Como assim? Posso ser feliz porque escolhi medicina e meu pai se sentiu feliz e posso gostar da escolha e estar feliz nesse momento. Mas posso ser feliz porque escolhi o contrário do que meus pais queriam que eu escolhesse, e mesmo com a desaprovação deles, eu estou feliz e sinto que me realizo no que faço, no que escolhi. Mas posso ter feito uma escolha que me deixa numa angústia eterna, porque tenho a crença de que é o certo a seguir, por inúmeras razões, mas ao mesmo tempo, na minha cabeça, não me faz feliz porque acredito que talvez tivesse sido mais feliz se tivesse feito outra escolha. Angustiante, não é? Você já passou por isso? A depender desse grau de dissonância, pode ser trabalhado com um coach ou com um psicólogo. É, inclusive, importante que seja.

Mas para sair dessa angústia,  concorda que tem um querer muito forte e um passo a ser dado? Isso é um início de quebra dessas crenças que te limitam. Primeiro, queira, acredite que você pode. Depois pense se você está disposto a assumir os ônus e bônus do que decidiu. Depois, faça por onde acontecer. Se errar, desfaça e refaça, teça e “re-teça” quantas vezes for necessário, mas tome as rédeas da sua vida e experiencie. E, se quiser brincar na neve, mesmo que seja no Brasil, brinque! A neve é o que você acredita e o brincar é ação que você se permite fazer na neve (no que acredita). Então… você quer brincar na neve…? Deixe seu comentário aqui embaixo, compartilhe experiências, vamos construir juntos!

Joseli Mendonça – Coach de Carreira e Consultora da Prática Consultoria
Diretora/Consultora
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POR QUE SE LIMITAR?


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Você já esteve junto de pessoas que tem todo o potencial, que estudam, que se dedicam, que estão sempre junto das demais pessoas, prontas para ajudar e na hora de usarem o seu potencial para elas mesmas, parece que algo acontece e sempre dá errado? Uma vez ouvi uma pessoa dizer a outra que ela havia nascido para escrever as histórias dos outros e que, na sua própria história, ela era sempre coadjuvante.

Para a Psicanálise, o nome disso é a auto-sabotagem. Em 1916, Freud escreveu o artigo “Os que fracassam ao triunfar”. Basicamente trata-se da análise comportamental de todo e qualquer sujeito que, por diversas questões complexas, sofre diante da existência da satisfação de um desejo, por mais simples que seja. Realizações trazem apenas angústia e ansiedade, logo, o receio à felicidade gera conflitos internos (CRUZ, 2013).

Para nós, do coaching, da Psicologia Positiva, essa auto-sabotagem é promovida pelas chamadas crenças limitantes ou são as próprias crenças limitantes. O que seriam essas crenças? São pensamentos e sentimentos negativos que impedem nosso crescimento em alguma área (o que eu preciso mudar, desapegar). Crenças parecem verdade (PSICOLOGA VERA, 2014). Em outras palavras, as crenças limitantes são tudo o que nos faz estagnar, parar, que é criado por nós ou por outrem, pois é um processo de construção inconsciente.

Por exemplo, quantas vezes, enquanto você estudava para concursos, você ouviu alguém falar: “Poxa, você é muito esforçado e precisa ser, afinal, esse concurso hoje é quase impossível passar”. “Não sei como você consegue estudar tanto, perde tantas coisas…” Ou então, quando você era criança, se você não era das mais estudiosas, você pode ter ouvido “Você é burro, como tira uma nota dessas?”. Ou então, se você era um pouco mais ansioso que os seus colegas, algum professor, amigo ou até pais podem ter dito: “Você não vai conseguir nada na vida sendo ansioso assim, impaciente” e, para tudo o que você fazia, sempre ouvia que algo estava ruim, nunca as coisas que você fazia estavam boas.

Infelizmente, terminamos introjetando esses pensamentos de outras pessoas e terminamos aceitando, inconscientemente como verdade. Por isso, muitas vezes, temos medos que não sabemos de onde veem. Eles são construídos a partir de nossas experiências e vivências. Contudo, isso não significa que você será determinado por isso. Isso pode marcar a sua vida e as suas ações, mas você pode construir um novo final para tudo isso.

Contudo, por que eu como coach de concursos estou falando isso para você? Simples: se você é aquele concurseiro que está há anos estudando e ainda não conseguiu o resultado que você queria, mesmo seguindo todas as dicas, mesmo estudando planejadamente e acredita que o seu emocional lhe derruba na hora da prova, o que pode estar acontecendo é que você mesmo pode estar se auto-sabotando. Podem existir crenças limitantes que, talvez você não as conheça, que fazem com que você erre em determinadas questões na hora da prova, ou que faz com que você perca uma prova por um atraso no trânsito, por problema de saúde, enfim, vários outros acontecimentos que te impedem de chegar onde você deseja.

Uma coisa é certa: se você não se vitimizar, se você não adotar a “síndrome do coitadinho”, se você se possibilitar um momento de reflexão sobre si mesmo e assumir, reconhecer-se, já é um primeiro passo para eliminar essas crenças que te impedem de ter o sucesso que você almeja. As pessoas procuram os coaches por isso também. Um coach de concurso, na minha concepção, não deve trabalhar apenas metodologias de estudo, mas, principalmente, desenvolver um trabalho para eliminar essas crenças.

No coach em grupo, isso também pode ser feito, sem exposição dos coachees e o legal é que há o compartilhamento de experiências, onde você aprende com o outro. Nada melhor do que ver que você não é o único a passar por determinadas situações e que conseguimos o sucesso que almejamos quando assumimos uma postura ativa e protagonista da nossa vida! Assim, “o primeiro passo para chegar em algum lugar é decidir que você não quer ficar mais onde está” (autor desconhecido).

Grande abraço!

Joseli Mendonça – Coach de Carreira e Consultora da Prática Consultoria
Diretora/Consultora
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Joseli Mendonça
Coach e Consultora - Prática Consultoria & Desenvolvimento. Administradora, formada pela UFPE, especialista em Pedagogia Empresarial pela FAFIRE, estudante do 5ª período de Psicologia pela Esuda, docente em Administração pelo SENAI PE e Diretora e Consultora Organizacional pela Prática Consultoria e Desenvolvimento.

Coaching e Concurso – Uma Relação de Amor


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Falou em estabilidade, muitas pessoas pensam em concurso! Bem, estabilidade é você quem constrói, independentemente de estar num concurso federal, estadual ou municipal. É verdade que se formos falar em ser estáveis no sentido de só poder ser demitido em caso de uma improbidade administrativa grave, que você, enquanto profissional, nunca cometeria, realmente, o concurso traz sim essa estabilidade. Então vamos conversar sobre ele.

Para começarmos, enquanto coach para concursos eu te pergunto: por que você quer fazer concurso? Se a sua resposta for apenas, “para ter estabilidade” é bom repensá-la, pois quem é concurseiro sabe que até entrar no concurso dos sonhos, vai passar por diversos momentos de instabilidade e, depois que entra, você vai querer sempre mais e mais. Mas deixando a estabilidade de lado, pergunto novamente: para que instituições você quer estudar? Fiscal, tribunal, administrativo, polícia militar, civil, federal, bancos, agencias reguladoras.

Você que é concurseiro sabe a importância de decidir isso, antes de qualquer coisa, para ter foco no momento dos estudos. Mas para você que está começando, já te deixo essa dica: para que você quer estudar? Por fim, a terceira pergunta: está preparado para perdas e ganhos da escolha que fez? Você pode levar dias, meses, anos ou décadas, embora nosso desejo seja o de que você leve o tempo mínimo para a realização do seu sonho.

Pronto! Acredito que esses são os três questionamentos para podermos começar a entender sobre o coaching (enquanto processo) para concursos. O coach (profissional) é o teu agente de mudanças. Ele vai ajudar a melhorar a sua performance nos concursos, a partir das escolhas certas, com crenças que te libertam e não te aprisionam. A ideia é trabalhar um tripé formado por conhecimento, metodologia e emoções. Na verdade, a ideia é que você seja trabalhado para efetivamente aprender a aprender. Concurso não é só conhecimento. Quer ver?

Quantas pessoas que estudam para concursos são capazes de te falar o artigo 5º inteiro da Constituição Federal e na própria prova de constitucional, de dez questões, só acertar no máximo 6? Não é só metodologia, ou seja, forma de estudar. Vamos lá: quantas pessoas você conhece que faz música, divide o tempo, usa programação neurolinguística e na hora da prova parece que nunca viu nada daquilo que está na frente ou tem a impressão de que sabe de tudo e no final, de 50 questões, acerta menos de 30%? Por fim, quantas pessoas têm o conhecimento e a metodologia e na hora da prova, dá um frio na barriga, uma cobrança interna tão gritante, que parece que todas as suas redes sociais estão lhe cobrando, toda a família, além dos seus próprios sonhos esperados e a pessoa não consegue fazer nem uma questão que já repetiu mil vezes no cursinho?

Pois é. Já passei por isso. Em 2011 e 2012, passei estudando somente para concursos. Pedi demissão do trabalho e fui estudar para concursos. Agora, estou colhendo os frutos. Hoje, sou coach para concursos e trabalho como Administradora em uma empresa pública. Como sou Administradora, decidi estudar para concursos que fossem apenas para Administradores e em áreas específicas de gestão.

O mundo dos concursos não é um segredo, é um equilíbrio. Esse equilíbrio tem que começar a partir do seu conhecimento em relação a você mesmo, aos seus sonhos, às suas motivações em relação aos concursos. Assim, o coaching e o concurso, para você consurseiro, ou iniciante, precisa ser uma relação de amor. Amor verdadeiro, de entrega construída na confiança, primeiramente em você, depois no seu coach e no processo de coaching.

E não confunda: uma coisa são os professores que te passarão dicas para estudar, os conteúdos, que te treinarão no conhecimento, mas sem te acompanhar individualmente em suas necessidades. Outra coisa é o seu coach. Aquele que vai te acompanhar, que vai fazer você perceber em você mesmo todas as respostas que precisa para melhorar sua performance nos concursos.

Trabalhar as chamadas crenças limitantes que lhes foram impostas ou desenvolvidas, trabalhar as pressões externas e, principalmente, as internas e os esquemas de comparação com os amigos que passaram, já são grandes e importantes passos para um futuro promissor nos cargos públicos. Trabalhar as frustrações também! Como aprendi com meus amigos da formação de coaching do Positive Vírus e Abracoaching, começando não dando poder às suas dúvidas, já é uma base para não duvidar do seu poder e conseguir trabalhar o seu cérebro e as suas emoções para vitória. Vamos juntos! Você consegue! Você pode!

Joseli Mendonça – Coach de Carreira e Consultora da Prática Consultoria
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