Linkedin Campeão


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Como fazer para ter um perfil campeão no Linkedin?

O Linkedin é uma rede social de cunho estritamente profissional. Assim, a primeira dica é colocar, apenas, informações profissionais. Para ter o chamado perfil campeão no Linkedin, representado pela estrelinha azul, você precisa ter no mínimo:

♠ Uma foto de apresentação totalmente profissional.

♠ Na criação do seu Linkedin, colocar os interesses relacionados, para que a rede traga o que é, de fato, do seu interesse. Por exemplo: vagas, notícias sobre gestão de pessoas, política, economia…

♠ Colocar o cargo ou posição atual (se você está em busca de recolocação, o ideal é colocar o cargo desejado e não colocar o que a maioria das pessoas colocam como “em busca de recolocação”, porque o recrutador em sua busca de talentos, vai pela função do Linkedin, se ela não estiver disponível, o seu perfil será automaticamente desconsiderado).

♠ Informar seu endereço, CEP.

♠ Preencher pelo menos duas posições de trabalho anteriores à atual com as devidas descrições (o ideal é colocar por tópicos e escolher para descrever os mais relevantes ao seu objetivo profissional).

♠ Preencher a formação acadêmica.

♠ Adicionar pelo menos 5 competências.

♠ Preencher a seção Resumo (o preenchimento deve ressaltar tudo o que você tem bom, enfatizando o tempo de experiência, prêmios recebidos, contribuições suas significativas nas empresas pelas quais passou. Deve ter, no máximo, 6 linhas).

♠ Ter pelo menos 50 conexões.

Além disso, o que dá um UP no seu Linkedin é colocar uma segunda opção de idioma. Para isso, você clica no seu perfil e no canto direito de sua visão, você deverá clicar no idioma desejado. Ao fazer isso, toda atualização que você fizer em Português, você terá de fazer em inglês. Toda vez que editar em Português, deverá editar em inglês.

Você não precisa estar o tempo todo alterando seu Linkedin para a vaga que está concorrendo. O ideal é deixar claras as possibilidades que você deseja, contudo, tentando focar ao máximo na função. Assim, uma vez ou outra, será necessário fazer alguma atualização, principalmente se você tiver muitas experiências.

Dicas importantes para o seu perfil ficar bem visualizado e ter alcance:

♠ Postagens com certa frequência, principalmente de produções suas como artigos, fotos, dicas, vagas.

♠ Responder o mais rapidamente às mensagens que lhes são enviadas.

♠ Recomendar competências, porque quando você as recomenda, outras pessoas recomendam às suas e o seu perfil passa a ficar mais visível.

♠ Participar de grupos ativamente. O ideal não é estar numa grande quantidade de grupos, mas ser ativo neles.

♠ Fazer contatos inbox, com bom senso, mostrando-se sempre disponível.

Para quem deseja recolocação profissional, além de todas essas dicas, se você tiver a possibilidade de estar como Premium no Linkedin, ótimo, se não, essas dicas já lhes dão grandes possibilidades. Mas, além delas, é importante você baixar o aplicativo Linkedin Jobs, que é focado nas oportunidades. Nele, pelo celular, você coloca o título da função, a localidade e cria o alerta de vagas, para que chegue para você no momento em que for postada. As melhores vagas hoje estão no Linkedin.

Comente o nosso artigo, envie suas dúvidas! Contate-nos, caso precise de um trabalho de coaching de recolocação profissional!

Joseli Mendonça – Coach de Carreira e Consultora da Prática Consultoria
Diretora/Consultora
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A Carreira é Sua!


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Tenho ouvido muitos discursos de diversos profissionais de R.H. sobre a questão de os colaboradores da empresa ainda considerarem como sendo objetivo da empresa a construção da sua carreira enquanto profissional. Assim, resolvi escrever esse artigo para diferenciar algumas questões e deixar mais claro, para a empresa e o colaborador, as suas responsabilidades.

Na geração de nossos pais, as empresas ofereciam um plano de carreira, com o objetivo de fazer com que aquele colaborador entrasse e se aposentasse naquela organização. Assim, eles ofereciam também o processo de qualificação, para que eles pudessem ter uma evolução em sua carreira. Assim, nós conseguíamos ver no mercado pessoas que entraram na empresa aos 18 anos e que saíram por volta dos 55 anos, aposentados e com significativa evolução. Começaram como estagiários e terminaram como diretores, por exemplo.

Contudo, na contemporaneidade, o perfil de gerações modificou e as empresas também mudaram, assim como o conceito de carreira e empregabilidade. Antigamente, a carreira era entendida como esse conjunto de funções dentro de uma dada empresa. Hoje, a carreira é vista como esse conjunto de funções que o profissional desempenha, esteja ele dentro de uma dada organização ou mesmo não estando nela. Chegamos então ao conceito de empregabilidade, que seria o conjunto de competências que fazem com que dado profissional se torne empregável independentemente de estar numa empresa ou não.

Dessa forma, a carreira passou a ser responsabilidade da própria pessoa e não de uma dada empresa. É um ponto importante de reflexão, porque a carreira é sua, a escolha profissional é sua, então por que quem faz a gestão é uma empresa? E os seus objetivos profissionais, sonhos profissionais, onde ficam? A depender de uma dada organização?

O que as pessoas confundem é a empresa oferecer voluntariamente um plano de carreira, para a manutenção de seus talentos, juntamente com os incentivos educacionais, com a obrigação de ela qualificar. Ela pode ou não qualificar, não é sua obrigação! Se ela qualificar, tiver um plano de carreira bem desenvolvido, relacionado com outros processos de gestão de pessoas, significa que é um bom lugar para construir sua carreira, mas não significa que a qualificação tenha que ser dada na íntegra por ela. Ou seja: você precisa conhecer as oportunidades que existem e ir se qualificando, que significa não apenas fazer cursos, mas fazer trabalhos pessoais para desenvolver seus conhecimentos, habilidades e atitudes (como, por exemplo, participando de experiências voluntárias, fazendo viagens, lendo bons livros, indo a cafés e conhecendo novas pessoas, indo a eventos, ou nos cursos, tendo uma postura profissional que te faça construir boas redes de relacionamento). Você, profissional, precisa ter uma reserva financeira para isso também, dentro das suas condições.

É importante que você perceba que as oportunidades existem, mas você precisa fazer uma análise antes, verificar o que você já tem e o que precisa ter para chegar naquela oportunidade e, assim, ir desenvolvimento o seu planejamento de carreira, até conseguir. Hoje, a postura profissional de esperar da empresa não é bem vista, principalmente, num momento considerado como de crise para muitas organizações. Existem diversos perfis de empresas. Algumas estão aproveitando esse momento para melhorar o seu atendimento, investir em qualificação, trabalhar crenças limitantes de seus colaboradores e desenvolvê-los, como forma de fazê-los autores e atores de sua própria vida, pois assim ganha o colaborador e ganha a empresa, sem sombra de dúvidas. Mas isso não está presente em todas as realidades.

Então, o que você está fazendo na construção da sua carreira? Tem dúvidas na construção da sua carreira? Deixa o seu comentário e iremos te auxiliar nesse processo! Grande abraço!

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Líderes: Olhem Para Vocês!


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Sim, isso mesmo! Estou começando esse artigo com um chamado. Você que é líder, ou seja, uma pessoa ou profissional capaz de influenciar ativamente outras pessoas a fazerem coisas, a terem comportamentos, já pensou em como pode estar sendo realizada essa influência? Esse seu poder de liderança?

Todos os líderes, assim como os seres humanos, em geral, têm desejos, crenças, dificuldades, anseios pessoais e profissionais. Por isso, a todo tempo, é importante que reflitamos sobre a influência que essas nossas questões têm quando nos relacionamos com os outros. Você pode me perguntar, como assim, Josi? (É assim que a maioria das pessoas me chama).

Estou pedindo que você líder, saia um pouco do seu pensamento lógico, imprescindível para a gestão, e tome outro posicionamento, relacionado à reflexão de sua práxis (prática). Isso tem a ver com ética, com saber lidar com o humano e com o seu autoconhecimento para não terminar prejudicando tudo o que você deseja para a sua vida e para a sua empresa.

Olhar para dentro de si é perceber o que me incomoda como líder, por que me incomoda, o que me lembro quando me incomoda. Por que é tão difícil dar autonomia aos meus funcionários? Será que tem a ver somente por eu acreditar que eles não são tão capazes quanto eu gostaria, ou teria a ver comigo, enquanto líder de tendência totalmente centralizadora que, por questões minhas, não consigo dar autonomia para eles e nem para ninguém? Será que também não sou assim em casa, com a minha família?

Por que será que é tão difícil ouvir as pessoas que trabalham comigo? Por que, muitas vezes, só a minha opinião é importante? Por que uma pessoa mais jovem ou mais experiente não pode opinar, apenas eu, enquanto líder, posso? Por que não saio da posição de tudo saber e me permito a aprender com o outro?

Por que não consigo respeitar os limites do outro e saber onde estão os meus limites e, a partir disso, colocá-lo dentro da empresa em atividades e funções que tenham mais relação com as competências e com o modo de ser desse outro? Mesmo que não dê para fazer isso, porque não tento no dia-a-dia, tornar esse cotidiano do outro o mais prazeroso possível, para que ele se sinta bem em passar a maior parte do tempo dele com você e a sua equipe na empresa, do que com a família?

Gostaria que você lesse e relesse esse artigo, cheio de questionamentos, reflexões. Se você, ao final do dia de trabalho, ao chegar em casa, analisar tudo o que houve no seu dia e fizer ao menos uma dessas reflexões e se permitir tentar enxergar os porquês, tenho certeza de que muita coisa na sua forma de ser vai modificar. Tenho certeza de que modificará para melhor e de que a sua equipe sentirá e perceberá isso.

E isso não custa nada financeiro, custa emocionalmente para você se permitir conhecer e se deixar tocar em pontos que, geralmente, são esquecidos dentro das organizações, porque isso significa tempo e isso não dá para ser mensurado. Isso precisa ser experienciado e narrado. E dessa narração (narrar uma ação), você deverá construir uma narrativa (ação narrada e realizada). Posso contar com você nesse exercício? Faça esse exercício e depois me conte, como foi essa experiência, nos comentários aqui abaixo. Eu vou ter a maior alegria em poder fazer trocas e comemorar com você!

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“Você Quer Brincar Na Neve?”


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Calma, calma! Não é sobre Anna e Elsa que vou falar! Amo o filme, é verdade, eu me casei com inspiração no filme Frozen, mas não é sobre ele que vou falar. É sobre o que você quer para a sua vida e o quanto esse “querer”, aliado a ações, poderá fazer você conseguir. Também não é auto-ajuda, tá? Até porque, para ser, era você quem deveria estar escrevendo, concorda?

Vamos lá! Você sabia que 72% das pessoas estão totalmente insatisfeitas com o seu trabalho? (ISMA BRASIL, 2015).  Sabia também que mais da metade dos alunos do Ensino Médio não sabem que carreira seguir? (EXAME, 2016). E sabia que metade dos jovens escolhe a carreira sem conhecer a profissão? (VEJA, 2013). E agora baseado em minhas observações e escutas, você sabia que, muito possivelmente, mais da metade da população brasileira, não acredita no poder que tem? O que uma coisa tem a ver com a outra? Vamos construir juntos!

Tudo na nossa vida são escolhas. Você já deve ter ouvido falar que até a não escolha é uma escolha, concorda? Contudo, nossas escolhas vão sendo construídas ao longo do tempo, a partir dos nossos relacionamentos com os nossos pais, com a nossa família, com os grupos de amigos, na escola, no trabalho. Cada um, sob seu aspecto singular, constrói uma forma de enxergar o mundo, ao seu modo.

É essa forma de ver o mundo, que vai sendo construída ao longo das relações sociais das quais você participa, que vai criando crenças e valores em você. Essas crenças podem ser fortalecedoras, ou seja, aquelas que te impulsionam a agir, a enfrentar o mundo, a enxergar de outras formas tudo o que é colocado na sua vida e que te ajudam a experienciar verdadeiramente as diversas situações da vida e não apenas passar por elas ou vivê-las.

Outras são as crenças limitantes, aquelas que, com base nos medos que são colocados em você ou vão sendo desenvolvidos por você ao longo do tempo, impede que o seu olhar vá além. Você prefere ficar na zona de conforto com medo que algo dê errado. Já se sentiu assim? Mas já parou para pensar que não há como ter certeza de nada na vida? Ou seja, tudo pode dar certo e tudo pode dar errado.

O que diferencia então na escolha? Eu acredito que seja o quanto você está disposto a assumir de ônus pela sua decisão de enfrentar o mundo e fazer acontecer o que você quer e se você acredita que merece o bônus que essa sua decisão lhe trará. Isso mesmo: se você acredita que merece o bônus. Tem pessoas que não acreditam que são merecedoras do bem, da riqueza, do sucesso, da felicidade, por diversas razões. Alguma coisa no meio do percurso da sua vida a fez pensar assim.

Quando falo de sucesso e riqueza é o sucesso e a riqueza que você quer para a sua vida e não a que a sociedade acredita e determina que seja. O que quero dizer com isso? Alguém pode querer que você seja milionário, more nos melhores bairros e casas, estejas nos melhores lugares. Mas a vida é sua, você pode ter todo o dinheiro do mundo para isso, mas não é o que VOCÊ quer. Isso significa dizer que você não tem sucesso e nem riqueza? Claro que não! É você quem diz o que é ser rico e ter sucesso na sua vida pessoal e profissional.

Assim, para um adolescente decidir tão cedo, aos 16 e 17 anos uma carreira, é importante que ele seja orientado e reflita que a carreira é construída e reconstruída ao longo da vida, ou seja, não é porque ele escolheu que vai fazer medicina que tem que ser médico a vida toda. A sociedade cobra isso, como se fosse uma decisão estática, como se mudar no meio do caminho fosse falta de ajuste. Isso, de coração, não me afeta positivamente, porque falta de ajuste, se você olhar mais profundamente, é achar que somos todos ajustados, como “marionetes” manipuladas na sociedade.

Você pode decidir e mudar sua decisão sim, depois, o importante é ir aos poucos definindo e pensando, e conhecendo o que você quer na sua vida, para não fazer parte desse percentual do início do texto de pessoas insatisfeitas no trabalho. E sabia que, mesmo assim, isso não te garante não ficar insatisfeito em algum momento da sua vida? Somos seres da incompletude, como dizia o querido Freud.

Muito provavelmente, os insatisfeitos no trabalho estão também insatisfeitos na vida como um todo, sabe por quê? Porque são seres humanos e por mais que tentem, são únicos, um âmbito influencia o outro. O primeiro passo para acreditar em você é, olhar cada conquista sua, cada coisa que você deixou para trás e que resolveu fazer, por suas decisões, pelo que você acredita, pelo que você quer. E olhar para frente, considerando cada etapa, para não se angustiar com o todo e ir seguindo e comemorando cada conquista sua.

O que você quer, não tem a ver com o que o outro quer, embora sofra influências. Tem a ver com o que lhe faz feliz e com o que não lhe deixa em dissonância. Como assim? Posso ser feliz porque escolhi medicina e meu pai se sentiu feliz e posso gostar da escolha e estar feliz nesse momento. Mas posso ser feliz porque escolhi o contrário do que meus pais queriam que eu escolhesse, e mesmo com a desaprovação deles, eu estou feliz e sinto que me realizo no que faço, no que escolhi. Mas posso ter feito uma escolha que me deixa numa angústia eterna, porque tenho a crença de que é o certo a seguir, por inúmeras razões, mas ao mesmo tempo, na minha cabeça, não me faz feliz porque acredito que talvez tivesse sido mais feliz se tivesse feito outra escolha. Angustiante, não é? Você já passou por isso? A depender desse grau de dissonância, pode ser trabalhado com um coach ou com um psicólogo. É, inclusive, importante que seja.

Mas para sair dessa angústia,  concorda que tem um querer muito forte e um passo a ser dado? Isso é um início de quebra dessas crenças que te limitam. Primeiro, queira, acredite que você pode. Depois pense se você está disposto a assumir os ônus e bônus do que decidiu. Depois, faça por onde acontecer. Se errar, desfaça e refaça, teça e “re-teça” quantas vezes for necessário, mas tome as rédeas da sua vida e experiencie. E, se quiser brincar na neve, mesmo que seja no Brasil, brinque! A neve é o que você acredita e o brincar é ação que você se permite fazer na neve (no que acredita). Então… você quer brincar na neve…? Deixe seu comentário aqui embaixo, compartilhe experiências, vamos construir juntos!

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3 Dicas para Investir em Pessoas Gastando o Mínimo e Ganhando o Máximo


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Em momentos de crise, o que mais se escuta dentro das empresas são as decisões por demissão (muitas vezes, em massa). Nesse momento, muitos talentos são perdidos, o clima se desestabiliza, cai-se a produtividade, em prol de se manter a empresa em seu ponto de equilíbrio.

Infelizmente, quando esse cenário acontece dessa forma explicitada, o que está nas entrelinhas foi uma gestão com visão de curto prazo, tanto no momento dessa decisão, como das decisões anteriores que levaram a essa decisão. Concordam? Isso porque, se hoje preciso demitir, significa que em algum momento, contratei demais, não projetei minhas vendas considerando as oscilações de mercado, tomei decisões erradas em relação a produtos, serviços e investimentos.

Esse foi apenas um preâmbulo para falar em como nesse momento, você empresário, deve investir corretamente no capital humano que possui, de modo que eles possam se transformar em verdadeiros talentos. Isso irá auxiliá-lo a sair da crise (se este for o seu caso) ou a se manter em crescimento, aproveitando as oportunidades que aparecem no seu segmento.

Quando se fala em pessoas, muitos empresários se retorcem, como se fosse a parte mais complexa do seu negócio. Até pode ser, se essas pessoas não estiverem alinhadas aos objetivos organizacionais e falando a mesma língua do empresário. Ou porque relações humanas realmente é complexo, afinal, somos humanos, erramos e acertamos o tempo todo, cobramo-nos perfeição, onde não há.

Mas, é possível melhorar este cenário? Sim, claro que é possível! Mas só depende de como você empresário vai fazer para legitimar essa pessoa como parte integrante, legítima, participante e colaboradora dessa organização.

Então, reflita comigo: o que você tem feito para desenvolver a autonomia das pessoas que trabalham com você? Você realmente confia no trabalho delas? Como demonstra isso a elas? O feedback e o apoio em todas as atividades e processos, é uma prática contínua e genuína? As pessoas sabem o que você espera delas? Você as comunica sobre isso?

Nos meus quase 10 anos de experiência organizacional em várias empresas e funções, principalmente na parte de gestão de pessoas e docência, percebo que, a depender da realidade organizacional, há um medo no compartilhamento de informações. E digo mais: informações, muitas vezes, imprescindíveis para as próprias atividades das pessoas, por diversas razões. Muitas vezes, há o medo de compartilhar a informação e deixar a pessoa munida de argumentos, contra os seus argumentos enquanto empresário (como se isso não significasse enriquecimento, discussão para melhoria), há o medo das hierarquias superiores em deixá-las de igual para igual e, assim, haver o risco da perda do cargo de confiança, ou não há o interesse mesmo de que alguém saiba igual ou mais do que você, talvez até por questões de ego (fragilidade de ego, inclusive).

Isso é muito complexo no dia-a-dia e dicotômico também, porque as pessoas são cobradas para que executem da melhor forma e no menor tempo possível, mas ao mesmo tempo não recebem o apoio necessário, próprio de seu perfil profissional para conseguir fazer isso e muito mais. Não estou colocando o colaborador de forma passiva, estou dizendo que ambos (colaborador e empresa) precisam fazer a sua parte. O excesso de hierarquia, muitas vezes, atrapalha também todo o processo e parece mais uma disputa de ego a um pensamento verdadeiramente organizacional, holístico, do todo sendo totalmente modificado pelas partes.

Assim, como investir em gestão de pessoas gastando o mínimo e ganhando o máximo? Somente para ser mais didático para você, vou resumir em tópicos, mas não entenda como uma “receita de bolo”, porque tudo o que fazemos nas organizações, deve obedecer à sua realidade, à sua maturidade, ao seu momento e ao de seus colaboradores:

♠ Aproxime-se da sua equipe de profissionais, ou seja, compreenda, escute e o ajude no momento que precisar.

♠ Treine seus gerentes, encarregados, líderes e façam deles multiplicadores desses treinamentos, praticando seus ensinamentos, em influência de pessoas, gastando apenas 1,5h do seu tempo, ouvindo deles e construindo com eles melhores formas de melhorar processos, gerir pessoas, isso desenvolve comprometimento na equipe.

♠ Dê feedback, esteja perto da equipe. Não espere o momento de avaliar desempenho para isso. Chegue junto ao colaborador e diga no que ele precisa melhorar. E o elogie se realmente achar que merece. O feedback é uma das principais ferramentas não apenas para o desenvolvimento de pessoas, como organizacional.

Você poderá criar ambientes de aprendizado e colaborativo sem ter que pagar nada por isso. E, com o seu exemplo, aos poucos, você vai mudando a sua realidade para melhor, se este for o seu objetivo. Lembre-se: com o seu exemplo.

Como mensurar? Mensure nos serviços que sua empresa presta, ou seja, colha, tabule e analise pesquisas de satisfação dos clientes em relação ao que a sua empresa faz. Os seus colaboradores refletem a sua satisfação nos seus clientes. Pense nisso!

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7 dicas para atender bem ao seu cliente – parte 1


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Neste post irei comentar 7 dicas simples para você atender bem o seu cliente. Estas dicas nasceram de uma observação pessoal e profissional de diversas empresas e estudos. Vamos começar!

1. Preste atenção!

No domingo passado fui comprar um sorvete, que realmente é muito bom. Chegando ao local entrei na fila e passado algum tempo notei que havia cerca de três vendedores à paisana, porém eles conversavam e se distraiam não dando atenção ao cliente. Eles esperavam que o cliente fossem até eles e não ao contrário como deveria ser feito.

É dever de quem vende estar atento aos clientes que se interessam pelo seu produto ou serviço e criar a aproximação necessária para realizar a venda. A não realização desta ação pode afastá-lo, fazendo com que você não realize a venda.

2. Entregue mais!

Muitas vezes, na ânsia de fecharmos a venda com os clientes oferecemos Deus e o mundo, porém o brasileiro está ficando cada vez mais exigente e quando não se é entregue o que é prometido, tenha certeza de que irá gerar uma má impressão.

O que fazer? Ofereça apenas o essencial e entregue o excepcional. Ex: Vamos dizer que você tem uma oficina mecânica e o seu serviço é realizar apenas uma simples revisão. O cliente chega no estabelecimento, você oferece o serviço e ele contrata. Agora é onde está a mágica, ao invés de entregar apenas a manutenção, porque não uma lavagem simples agregada? Uma troca de óleo grátis na próxima revisão? Tenho certeza de que ele irá ficar surpreso e irá gerar uma ótima imagem.

3. Lembre-se!

Não esqueça dos seus clientes! É normal no meio do mundo dos serviços as empresas após prestado a sua parte não entrarem mais em contato.

Sempre esteja junto do seu cliente, se programe para entrar em contato com eles periodicamente e saber se está tudo certo ou se o mesmo não precisa de outro serviço. Com certeza, eles sempre indicarão aqueles que estão mais frescos em sua memória. Torne o seu cliente um revendedor da sua empresa.

No próximo post falarei as próximas dicas. Alguma dúvida ou sugestão? Comente que nós responderemos! Até a próxima!

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Bruno Quaresma
Diretor Consultor da Prática Consultoria & Desenvolvimento. Apaixonado por aprendizado e empreendedorismo.

9 simples passos para você criar o seu modelo de negócios (CANVAS)


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Quem nunca pensou em fazer algo no âmbito pessoal e profissional e de repente eram tantas ideias que nem conseguia sair do lugar? Muitos negócios se prejudicam por esta mesma razão! O ideal é que antes de tomar qualquer ação, que o empreendedor crie o seu MODELO DE NEGÓCIOS.

Um modelo de negócios é um método ou um conjunto de ações que definem como o seu negócio será montado, o que a sua empresa fará, como criará valor e se sustentará no mercado (JÓIA; FERREIRA, 2005; OLIVA, 2012). Ou seja, o modelo de negócios é o formato que o seu negócio, a sua empresa, o seu projeto terá para funcionar.

Um dos modelos mais conhecidos é o chamado CANVAS, que é o modelo de negócios apresentado por meio de 9 telas (tradução do nome Canvas, do inglês). O chamado método Business Model Canvas foi desenvolvido por Alexander Osterwalder, que é expert em modelo de negócios. Foi baseado em seu trabalho anterior “Business Model Ontology” e apresentado com mais detalhes no seu livro “Business Model Generation”, escrito por ele e por Yves Pigneur, chegando ao Brasil no ano de 2012 (INATEL, 2012).

O CANVAS serve então para definir, sistematizar e organizar as suas ideias por meio de 9 telas, de uma forma lógica, direcionada e rápida, dando um modelo inicial do seu negócio ou do que você pretende. Ele se difere do plano de negócios, que é uma descrição mais aprofundada e detalhada do negócio, indicado para ser elaborado após a definição do seu modelo de negócios inicial. É, então, uma forma mais rápida e dinâmica de se definir um negócio e, assim como o plano de negócios, não é estático. Ao contrário, deve sempre ser melhorado, aprimorado. Não é à toa que se recomenda que seja elaborado nas telas e com post its para que você possa ir aprimorando cada vez mais.

Assim, o que você precisa fazer antes de elaborar o CANVAS? Primeiramente, você pensa em um problema, em algo que você gostaria de resolver e que aparentemente não existem soluções acessíveis. Depois, você descobre quem irá se beneficiar com a solução desse problema, ou seja, quem é o seu cliente. Posteriormente, pensa em um produto, simples e vai validar como cliente, testar, saber se ele seria aceito ou de que forma ele seria aceito e aí então você vai construindo o seu produto por meio do cliente. Até que você chega ao modelo de negócios da sua empresa.

Vamos aprender os 9 passos ou as 9 telas para a criação do seu modelo de negócios, do seu CANVAS. Visualize a figura do CANVAS e vá se guiando pela explanação abaixo para facilitar a sua elaboração. Elabore um de cada vez. Inicialmente, escreva o nome do seu modelo de negócio (se é um salão de beleza, um supermercado, uma padaria). Depois, preencha o CANVAS de acordo com a ordem especificada em cada um dos passos abaixo:

1. PROPOSTA DE VALOR:

Você deverá responder ao que você vai fazer. É que você vai oferecer ao seu segmento de clientes. É o que vai resolver o problema do cliente e satisfazer a sua necessidade.

2. SEGMENTO DE CLIENTES:

Você deve responder para quem será a sua proposta de valor, quem vai comprá-la. São as pessoas, grupos e organizações que terão suas necessidades atendidas.

3. RELACIONAMENTO COM OS CLIENTES:

É a forma como você vai estabelecer a sua relação com os clientes. Por exemplo: será via assistência técnica, via internet, facebook, pessoalmente.

4. CANAIS:

É a forma como a sua proposta de valor será distribuída, comunicada e vendida ao seu público-alvo. Será via e-commerce, ou via varejo, atacado.

5. FLUXO DE RENDAS/RECEITAS:

É o que será recebido de cada segmento, ou seja, é a forma como as receitas serão geradas. O pagamento pode ser feito de uma vez, por uso do serviço. Ou seja, de que forma a sua proposta de valor gerará receitas. Este é o momento qualitativo, não sendo colocados os dados numéricos, o valor de faturamento e sim a como será faturado.

6. RECURSOS CHAVES:

É tudo de tangível e de intangível que você precisará para entregar a sua proposta de valor. Podem ser recursos físicos, financeiros, humanos, intelectuais.

7. ATIVIDADES CHAVES:

É tudo o que será feito para o seu negócio realmente funcionar. Varia, logicamente, de acordo com o seu modelo de negócios. Um salão de beleza, por exemplo, tem a atividade de agendar os clientes, recepcioná-los no horário agendado para o serviço requerido.

8. PARCERIAS CHAVES:

É o conjunto de pessoas, organizações e grupos que facilitam a atuação da sua empresa. Por exemplo: você pode realizar um evento e não ter local para o estacionamento. Uma empresa de estacionamento ou uma empresa vizinha que tenha espaço suficiente para oferecer pode ofertar o seu estacionamento e fica como parceiro seu para a entrega da sua proposta de valor.

9. ESTRUTURA DE CUSTOS:

É a descrição de tudo o que você vai gastar para que o seu negócio possa existir. Aqui não entram os custos em números, mas sim o que vai ser gasto. Por exemplo: mão-de-obra, energia, telefone e internet etc.

Observe a tela do CANVAS abaixo e monte o seu! Quaisquer dúvidas, é só comentar!

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Joseli Mendonça
Coach e Consultora - Prática Consultoria & Desenvolvimento. Administradora, formada pela UFPE, especialista em Pedagogia Empresarial pela FAFIRE, estudante do 5ª período de Psicologia pela Esuda, docente em Administração pelo SENAI PE e Diretora e Consultora Organizacional pela Prática Consultoria e Desenvolvimento.

3 simples passos para você abrir uma empresa (garantido)


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Muitas vezes, pessoas empreendedoras desejam realizar o seu sonho de ter um negócio próprio. Porém, muitas delas desistem de imediato por acharem que o processo de abertura é muito dificultoso e que irá exigir uma dedicação extrema. Para desmistificar isso, iremos apresentar três simples passos para você abrir uma empresa.

PASSO #1. DEFINA O SEU NEGÓCIO

Para definir bem o seu negócio, é importante que você saiba responder estas três perguntas abaixo:

1 – Qual o nome do seu negócio (com três possíveis alternativas)?

2 – Quem serão seus sócios ou sócio?

3 – Quais os CNAEs (Classificação Nacional de Atividades Econômicas) de atuação da sua empresa? Qual é o principal?

4 – Qual o regime da sua empresa? (Simples, Lucro Presumido, Lucro Real)

5 – Qual o endereço sede?

Tenha três nomes em mente

A primeira questão pede três possíveis alternativas para que na hora de enviar a sua proposta para a Junta Comercial ela possa ter autonomia de escolher alguma delas caso a principal já esteja registrada e possa dar andamento ao processo sem ter que interrompê-lo.

Escolha bem os seus sócios

É importante escolher pessoas que agreguem valor ao que você faz. Muitas vezes, escolhemos sócios que se parecem conosco e perdemos a oportunidade de agregar valor com outras pessoas de perfis distintos, mas que poderiam complementar competências. É importante que, além de complementar, os sócios tenham em mente o mesmo objetivo e tenham suas metas alinhadas.

CNAE – Classificação Nacional das Atividades Econômicas

Caso você não saiba ou esteja em dúvida em relação ao CNAE mais adequado ao seu negócio, você pode realizar uma busca simples como “CNAE para (colocar o seu tipo de negócio)” no Google.  É importante que após a pesquisa, você acesse o CNAE na íntegra para ver se realmente sua empresa se encaixa no perfil de atuação. Para mais informações acesse este portal.

Simples, Lucro Presumido ou Real?

Na quarta questão, muitos devem estar em dúvida. O regime tributário irá dizer como a sua empresa prestará conta dos tributos que ela recolherá, se será Regime Simples, Lucro Presumido ou Real com base na sua atuação (CNAEs). A principal diferença delas está na forma de arrecadação dos impostos e no percentual estabelecido para cada tipo. Porém, não precisa se preocupar, entre em contato com um Contador e pergunte qual regime você se encaixa de acordo com as suas definições anteriores.

Endereço

Na hora de dar entrada na sua empresa, é solicitado que o endereço de funcionamento dela esteja com o IPTU, alvará de funcionamento e dos bombeiros em dia. Contudo, você deverá pesquisar quais outras licenças ou alvarás serão necessários, pois depende do seu tipo de negócio. Para algumas atividades, a empresa pode ser cadastrada no endereço residencial de um dos seus sócios. Caso você preste serviços e não precise de uma infraestrutura robusta, ou até mesmo não precise, você pode contratar os serviços de um escritório virtual. Muitos oferecem planos onde você pode utilizar sem problemas o endereço deles como endereço fiscal e comercial na Junta Comercial do seu estado.

PASSO #2. ENCONTRE UM CONTADOR

O próximo passo é encontrar um Contador confiável que atue na sua cidade. É ele quem irá dar entrada nos processos referentes à abertura da sua empresa e lhe auxiliará nas demais dúvidas referentes à formalização e aos aspectos fiscais. O processo de abertura em algumas cidades pode levar algumas semanas, já em outras, pode levar apenas 3 dias. Caso você seja de Recife e queira a indicação de um Contador, basta deixar um comentário que iremos lhe repassar o contato.

PASSO #3. PRONTO! VOCÊ JÁ TEM O SEU PRÓPRIO NEGÓCIO

Após a finalização do processo na Junta Comercial, você já poderá emitir notas fiscais (que agora o processo é todo eletrônico), abrir uma conta no banco como pessoa jurídica e usufruir de descontos nas compras de materiais e outros bens.

No que precisar, conte conosco!

Joseli Mendonça – Coach de Carreira e Consultora da Prática Consultoria
Diretora/Consultora
Prática Consultoria & Treinamentos
(81) 9813-5871 / Whatsapp

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Bruno Quaresma
Diretor Consultor da Prática Consultoria & Desenvolvimento. Apaixonado por aprendizado e empreendedorismo.