Líderes: Olhem Para Vocês!


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Sim, isso mesmo! Estou começando esse artigo com um chamado. Você que é líder, ou seja, uma pessoa ou profissional capaz de influenciar ativamente outras pessoas a fazerem coisas, a terem comportamentos, já pensou em como pode estar sendo realizada essa influência? Esse seu poder de liderança?

Todos os líderes, assim como os seres humanos, em geral, têm desejos, crenças, dificuldades, anseios pessoais e profissionais. Por isso, a todo tempo, é importante que reflitamos sobre a influência que essas nossas questões têm quando nos relacionamos com os outros. Você pode me perguntar, como assim, Josi? (É assim que a maioria das pessoas me chama).

Estou pedindo que você líder, saia um pouco do seu pensamento lógico, imprescindível para a gestão, e tome outro posicionamento, relacionado à reflexão de sua práxis (prática). Isso tem a ver com ética, com saber lidar com o humano e com o seu autoconhecimento para não terminar prejudicando tudo o que você deseja para a sua vida e para a sua empresa.

Olhar para dentro de si é perceber o que me incomoda como líder, por que me incomoda, o que me lembro quando me incomoda. Por que é tão difícil dar autonomia aos meus funcionários? Será que tem a ver somente por eu acreditar que eles não são tão capazes quanto eu gostaria, ou teria a ver comigo, enquanto líder de tendência totalmente centralizadora que, por questões minhas, não consigo dar autonomia para eles e nem para ninguém? Será que também não sou assim em casa, com a minha família?

Por que será que é tão difícil ouvir as pessoas que trabalham comigo? Por que, muitas vezes, só a minha opinião é importante? Por que uma pessoa mais jovem ou mais experiente não pode opinar, apenas eu, enquanto líder, posso? Por que não saio da posição de tudo saber e me permito a aprender com o outro?

Por que não consigo respeitar os limites do outro e saber onde estão os meus limites e, a partir disso, colocá-lo dentro da empresa em atividades e funções que tenham mais relação com as competências e com o modo de ser desse outro? Mesmo que não dê para fazer isso, porque não tento no dia-a-dia, tornar esse cotidiano do outro o mais prazeroso possível, para que ele se sinta bem em passar a maior parte do tempo dele com você e a sua equipe na empresa, do que com a família?

Gostaria que você lesse e relesse esse artigo, cheio de questionamentos, reflexões. Se você, ao final do dia de trabalho, ao chegar em casa, analisar tudo o que houve no seu dia e fizer ao menos uma dessas reflexões e se permitir tentar enxergar os porquês, tenho certeza de que muita coisa na sua forma de ser vai modificar. Tenho certeza de que modificará para melhor e de que a sua equipe sentirá e perceberá isso.

E isso não custa nada financeiro, custa emocionalmente para você se permitir conhecer e se deixar tocar em pontos que, geralmente, são esquecidos dentro das organizações, porque isso significa tempo e isso não dá para ser mensurado. Isso precisa ser experienciado e narrado. E dessa narração (narrar uma ação), você deverá construir uma narrativa (ação narrada e realizada). Posso contar com você nesse exercício? Faça esse exercício e depois me conte, como foi essa experiência, nos comentários aqui abaixo. Eu vou ter a maior alegria em poder fazer trocas e comemorar com você!

Joseli Mendonça – Coach de Carreira e Consultora da Prática Consultoria
Diretora/Consultora
Prática Consultoria & Treinamentos
(81) 9813-5871 / Whatsapp

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